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segunda-feira, 12 de julho de 2010

Impacto social dos computadores em diversos contextos

Pode dizer-se que as comunicações rádio perderam hoje impacto na sociedade em detrimento das comunicações através do computador.

Utilizando o Livro Verde para a Sociedade da Informação refere-te ao impacto dos computadores nas diversas áreas do quotidiano.

Cópia .rtf do Livro Verde para a Sociedade da Informação




Núcleo Gerador: Redes de Informação e Comunicação
Dimensões das Competências: Sociedade, Tecnologia
Domínios de Referência: DR1 – Computador
Elementos de Complexidade: Tipo I, II e III

terça-feira, 20 de janeiro de 2009

Como surfar rapidamente na Internet?

A Internet disponiza tanta informação, que é natural que surja a questão:

- Como posso aceder rapidamente à informação?

Uma parte da resposta passará certamente pela utilização de feeds RSS. No fundo, em vez de irmos aos sites verificar quanto têm informação nova, recebemos os novos posts num leitor de news, como se mostra no vídeo abaixo.



Outra das formas de ler a Web e os Mass Media consiste em utilizar agregadores de news como o Google News ou o AllTop.

Mas eu descobri uma forma mais rápida ainda de surfar na web: Basta deixar de fazer blogues ;)


1. Problematize os problemas de natureza legal que se têm levantado aos agregadores.

2. Discuta a pluralidade de modos de surfar a Web e de aceder à diversidade de fontes de informação hoje disponíveis.

3. Comente a "solução" sublinhada.



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Domínios de Referência: DR3 – Mass Media
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terça-feira, 13 de janeiro de 2009

Twitter – O meio é a mensagem?

Como é possível dois utilizadores experientes como João Pedro Pereira e Paulo Querido revelarem opiniões tão contratantes sobres a mesma ferramenta. Para o SocialMediaClub o Twitter é bom para promover a associação entre as pessoas e a sua participação em eventos.

Discuta prós e contras desta ferramenta.


Seguem-se dois vídeos para mostrar brevemente como o Twitter funciona. O primeiro é mais genérico.



O segundo video mostra aspectos mais práticos.




Para abrir conta seleccionar SIGN UP em http://twitter.com


Ficará depois com uma página do Twitter com o endereço http://twitter.com/username

Envie o seu endereço do Twitter por e-mail para g10efa@yahoogroups.com para encontrar facilmente os seus colegas. Ou alternativamente siga a conta do professor em http://twitter.com/netodays.

Experimente indicar aos seguidores páginas e vídeos interessantes, descrevendo o seu conteúdo em 140 caracteres e indicando o respectivo endereço. Para isso precisará de encurtar as respectivas URLs, para o que existem múltiplos serviços. Escreva shorten url no Google para os descobrir.

http://goo.gl/ é serviço de encurtamento de URLs do Google. Oferece estatísticas dos links.




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quarta-feira, 7 de janeiro de 2009

Marshall McLuan

A Internet certamente obrigará a uma releitura do guru da comunicação: Marshall McLuan.

“As sociedades têm sempre sido redesenhadas mais pelas características dos meios de comunicação utilizados pelos homens que pelo conteúdo da comunicação.”

Todos os media são extensões de algumas faculdades humanas, mentais ou físicas. A roda é uma extensão dos pés. O livro é uma extensão dos olhos. A roupa é uma extensão da pele. Os sinais eléctricos são uma extensão do sistema neuronal-central. A forma como são transmitidos estes sinais afecta a forma como nós pensamos, e quando muda o modo de transmissão a sociedade também muda.



“A nossa cultura está a lutar para forçar os novos media a trabalhar com os antigos”.

Estes são tempos difíceis porque nós estamos testemunhando uma colisão de proporções violentas entre duas grandes tecnologias:
- Imprensa: Jornalistas profissionais constróem notícias padronizadas, difundidas pelos públicos;
- Internet: Cada qual tem oportunidade de construir procurar as suas fontes de informação.

A televisão não tem como função principal a prestação de serviços de notícias, sendo mais utilizada como distracção, quando não é remetida simplesmente ao papel de “lâmpada” acesa.

A rádio é um meio onde não toleramos a voz por períodos prolongados, sendo mais utilizada para nos sentirmos acompanhados com música de fundo.

O utilizador só adquire um controlo activo sobre os conteúdos, quando utiliza a Internet, e isto faz toda a diferença relativamente aos restantes meios.

Mais, a Internet pode ser utilizada de muitas maneiras. A este propósito será útil pensar na Internet enquanto Ambiente Personalizado de Aprendizagem.


Fonte.


Fonte.

1. Justifique as seguintes afirmações de Marshall McLuan:
- "As pessoas não costumam ler jornais. Elas passam por eles todas as manhãs como pelo banho quente".
- "O futuro do livro é a sinopse".

2. Refira-se ao papel atribuído ao "consumidor final" nas duas tecnologias referidas.

3. Desenhe o esquema que representa o seu Ambiente Personalizado de Aprendizagem.

4. Critique o seu Ambiente Personalizado de Aprendizagem.



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quarta-feira, 17 de dezembro de 2008

ADEONA: Recuperar um Computador Portátil perdido ou roubado


O Adeona é um programa de código aberto, desenvolvido por pesquisadores da Universidade de Washington, para localizar computadores portáteis perdidos ou roubados.

Como fazer?
Descarregue o programa em http://adeona.cs.washington.edu, instale-o e faça uma cópia do ficheiro fornecido com a credencial. Guarde-o fora do computador, por exemplo, numa pen-disk.
Em caso de perda ou furto, pode, sozinho e sem custos, averiguar o paradeiro do seu aparelho a partir de outro computador. Insira o ficheiro com credencial e palavra-passe, e descarregue os dados enviados e temporariamente armazenados. O programa
respeita a privacidade do proprietário, pois só este pode aceder à informação.

Para o Apple
Caso tenha um portátil da Apple, a probabilidade de recuperá-lo é maior. A versão para Mac OS permite fotografar o ladrão recorrendo a uma webcam integrada no aparelho e um programa gratuito isightcapture (www.intergalactic.de/pages/iSight.html). As fotografias também são confidenciais, ou seja, só podem ser vistas pelo proprietário do computador ou quem este autorizar.




Fonte: Deco ProTeste - nº 297 Dez 2008 in INTERACTiC 2.0

Proteja o seu portátil.



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sábado, 13 de dezembro de 2008

Que sociabilidades promove o computador?

Que sociabilidades promove o computador?

Os media na vida de crianças e jovens. Cristina Ponte. FCSH - Universidade Nova de Lisboa. ESTUDO Backup

  • A Internet está a converter-se vertiginosamente numa parte da nossa vida quotidiana e está a levantar novas questões acerca do acesso e das desigualdades, da natureza e qualidade do uso, das suas implicações no desenvolvimento social e educativo das crianças e, finalmente, sobre o equilíbrio entre os perigos e as oportunidades por ela criadas, tanto para crianças e jovens como para as suas famílias.
    Num país como Portugal, marcado por um fosso geracional significativo no que diz respeito ao acesso e uso das novas tecnologias, crianças e jovens são vistos com ambivalência: por um lado, são apelidados como a “geração digital”, pioneiros no desenvolvimento das capacidades online e com conhecimentos tecnológicos superiores ao dos adultos que os rodeiam; por outro, como um colectivo vulnerável, imerso num crucial, mas frágil processo de desenvolvimento social e cognitivo, no qual os meios de comunicação, e concretamente a Internet, pressupõem um risco potencial.
    Não há dúvida de que a Internet é uma ferramenta benéfica para as crianças e que elimina muitas das limitações de tempo e espaço que estas encontram no mundo “real”. A Rede aumenta o seu acesso à informação para fins educacionais, permite o estudo em grupo, oferece a oportunidade de contactar com outras pessoas sobre uma variedade quase infinita de assuntos e interesses, e aumenta também os seus círculos de conhecidos e amigos online.
    Apesar disso, influenciados pelos meios de comunicação, cuja atenção se centra muitas vezes nos perigos e riscos potenciais da Rede, e ligado a algumas experiências pessoais, os pais e a sociedade em geral têm vindo a mostrar grande preocupação sobre os aspectos menos úteis e de segurança que podem resultar do uso da Internet. Enquanto que somente uma parte mínima do material que se pode encontrar na Internet pode ser classificado como nocivo, essa pequeníssima fracção é enormemente visível e controvertida.
    Ainda que a definição de risco e os limites que dele derivam inclua sempre uma componente subjectiva, é certo que o risco existe. Tendo em conta a natureza da Internet e a forma como as crianças e os adultos a utilizam, é provável que alguns se tenham exposto
    alguma vez a conteúdos inapropriados ou tenham sofrido más experiências. Mas também existem conteúdos violentos, pornográficos ou xenófobos nos meios de comunicação tradicionais e é possível encontrar pessoas pouco convenientes em qualquer outro lugar.
    Por outro lado, existe uma associação forte e em sentido positivo entre as oportunidades e os riscos: aumentar as oportunidades, aumenta os riscos e, portanto, limitar o uso da Internet, diminui, não só os riscos, mas também as oportunidades. Por isso, é necessário colocar os riscos decorrentes do uso da Internet em destaque e oferecer uma valoração equilibrada dos diferentes enfoques que podem ajudar os pais e outros adultos a enfrentar esta questão de forma construtiva, em vez de se tomarem medidas de tipo restritivo ou limitativo.
    Em termos de interesse nacional, a sociedade - pais e educadores, operadores, reguladores - deve estabelecer um equilíbrio entre duas prioridades: proteger as crianças e permitir o seu desenvolvimento pleno, entre oportunidades e riscos. Contudo, estas prioridades podem parecer, por vezes, contraditórias: Pode proteger-se as crianças dos conteúdos inapropriados sem lhes negar o acesso a conteúdos educativos, válidos e atractivos? Podem minimizar-se os perigos sem reduzir as oportunidades? Estas questões são o ponto capital do dilema com que nos defrontamos actualmente.
    (...)
    O fenómeno da adição à Internet, as condutas de risco nos chats (transmissão de dados pessoais que possam permitir a localização, assim como o encontro “às cegas” com estranhos), a questão dos menores como protagonistas de condutas ilegais (download ilegal de filmes e músicas através das redes P2P), a mediação parental e escolar, o conhecimento e as estratégias dos professores para lidarem com o plágio e o uso acrítico da Internet, as práticas no contexto escolar, assim como o acesso à Rede em ciber-centros (há uma absoluta falta de controlo e regulamentação destes locais relativamente à presença de menores), são áreas de análise pouco estudadas e que poderão permitir ter um conhecimento mais aprofundado sobre a ligação das crianças e dos jovens com as novas tecnologias, para além dos seus riscos e oportunidades.
    Crianças e Internet, Riscos e Oportunidades - Um desafio para a agenda de pesquisa nacional Backup


http://www2.fcsh.unl.pt/eukidsonline/

Reflicta sobre a Internet no quadro das novas oportunidades que nos oferece e dos novos riscos a que nos expõe.

sexta-feira, 12 de dezembro de 2008

A sociedade do telemóvel!

Os desenvolvimentos tecnológicos têm consequências, muitas vezes imprevistas, sobre a estrutura social das sociedades. Poderemos falar na emergência de uma sociedade do telemóvel?

Segundo Anthony Giddens o termo modernidade refere-se aos modos de vida e de organização social que emergiram na Europa por volta do século XVII. Para o autor "a modernidade altera radicalmente a natureza da vida social quotidiana e afecta os aspectos mais pessoais da nossa experiência. (...) A vida social moderna caracteriza-se por processos profundos da reorganização do tempo e do espaço, aliados à expansão de mecanismos de descontextualização – mecanismos conducentes à abstracção das relações sociais de localizações específicas, recombinando-se através de vastas distâncias de espaço-tempo". O telemóvel altera radicalmente estas distâncias.

  • O objecto que mais mudou os nossos hábitos sociais não é o computador, nem a Internet, nem o cabo, é o telemóvel. (...)

    É o caso do relógio que saiu do laboratório das excentricidades, um pouco como precursor de um Meccano ou um Lego moderno, ou de um jogo de habilidade mecânica, ou de um objecto de luxo tão curioso como inútil, para se transformar numa necessidade tão vital que biliões de homens o trazem no pulso. Se exceptuarmos o uso dos relógios nos navios para calcular a longitude, os relógios não serviam para nada quando a esmagadora maioria das pessoas trabalhava de sol a sol, ou ao ciclo das estações, e estas dependiam de um calendário que estava escrito nos astros. Calendários eram precisos, relógios não eram precisos, até ao momento em que a Revolução Industrial apareceu e mudou quase tudo por onde passou. Milhões de pessoas vieram dos campos para as cidades, para as fábricas e para as minas, e precisavam de horas. O relógio subiu primeiro para as torres ou para o centro da fachada neoclássica das fábricas e lá continuou, passando depois para dentro, e depois para o bolso dos ricos e por fim para o pulso de todos. Hoje o relógio ordena o nosso tempo com um rigor muito para além do biológico e manda no nosso corpo, como nenhum objecto do passado. É tão presente que parece invisível, nem damos por ela que está lá, é parte do nosso corpo, mais do que objecto estranho. Um figurante do Ben Hur esqueceu-se dele, e nos filmes há quem vá para a cama sem ser para dormir, só vestido no pulso. (...)

    (...) Luta-se por um telemóvel, porque num telemóvel de um adolescente está muito do seu mundo: telefones dos amigos, telefone dos namorados, passwords, fotografias, mensagens, vídeos, o equivalente a um diário pessoal, em muitos casos mais íntimo que um diário à antiga, com a sua chavinha de brincar que dava a ilusão de que ninguém o lia. À medida que se caminha pela idade acima o conteúdo do telemóvel muda, mas continua pessoal e intransmissível, com os SMS comprometedores que arruínam muitos casamentos, até se tornar quase um telefone de emergência que os filhos dão aos pais com os números deles já gravados e os das emergências: "é só carregar aqui e eu atendo, se houver qualquer problema, assim não se sente sozinho." Sente. (...)

    (...) o magnífico instrumento de controlo que é o telemóvel, pessoa a pessoa, numa rede que prende os indivíduos numa impossível fuga àquilo que é o objecto sempre presente, sempre ligado (os telemóveis desligados são de desconfiar), no qual a primeira pergunta é sempre "onde tu estás?", uma pergunta sem sentido no telefone fixo, esse anacronismo. Adolescentes jovens ou tardios, casais, maridos, mulheres, amantes, namorados, patrões e empregados, jogam todos os dias esse jogo do controlo muito mais importante do que a necessidade de falar ao telemóvel. Na verdade a esmagadora maioria das chamadas de telemóvel não tem qualquer objecto ou necessidade de ser feita, ninguém as faria num mundo de telefones fixos, que não seja pelo controlo, pela presentificação do indivíduo no seu jogo de inseguranças, solidões, afectos, e medos, através da caixa electrónica que se segura numa mão.

    Não é a necessidade que justifica a presença quase universal dos telemóveis desde as crianças de seis anos até aos velhos, os milhões de chamadas a qualquer hora do dia, em qualquer sítio, da missa à sala de aulas, do carro à cama, é o complexo jogo de interacções sociais que ele permite, sem as quais já não sabemos viver. Viver num mundo muito diferente e cada vez mais diferente.
    José Pacheco Pereira – PÚBLICO, 12/ABRIL/2008
  • A cultura e a dependência da imagem que caracterizam os jovens de hoje exigem novas abordagens. E assim chegamos ao telemóvel, afinal o protagonista desta triste estória. Um pequeno telefone é um herói para o seu jovem dono, espécie de prolongamento do seu corpo e definidor dos seus relacionamentos: com ele se namora, se evita a solidão, se copia nos testes, se recebem ralhos ou mimos dos pais, se goza com os políticos ou os professores. As mensagens escritas, gratuitas em muitos casos por jogada bem calculada das operadoras, são os "papelinhos" trocados à socapa dos velhos tempos. Mais do que isso: com as câmaras de filmar dos telemóveis, registam-se cenas sexuais depois exibidas sem pudor ou, na terrível moda do "happy slapping", um adolescente agride outro desprevenido, para riso de um grupo que filma a cena.
    Daniel Sampaio - PÚBLICO, 30/MARÇO/2008
  • Onde é que já se viu hoje em dia não ter telemóvel, deixar de jogar playstation ou counterstrike em rede, ir para o hi5, deixar de mandar mails, chats e MSN, sacar filmes e umas músicas, ou para aqueles mais rebarbados sacar uns filmes XXX para vêr à noite?
    Pois, há cerca de 10-15 anos atrás, não havia.
Resumo O uso dos telemóveis generalizou-se de tal modo, que se pode afirmar que essa tecnologia se naturalizou, passou a fazer parte integrante das dinâmicas do indivíduo. Quem não tem hoje um telemóvel em Portugal e, no mundo ocidental em geral? O fenómeno expandiu-se sem olhar a classe social, económica, cultural, género ou idade. Os serviços disponibilizados pelos equipamentos foram-se desdobrando para atrair e satisfazer necessidades e desejos. Onde quer que se esteja está-se com quem e com o que se quer e precisa – “A era da conexão é a era da mobilidade” (Lemos,2004:3). Abre-se uma nova vaga na dinâmica das rotinas cognitivas e sociais metamorfoseadas pelas tecnologias da informação e da comunicação, em que a ubiquidade e o nomadismo são características marcantes. Mas, não deixa de ser igualmente marcante a nova dinâmica de gestão dos contactos e dos laços sociais. O que aparentemente traria um alargamento do círculo de sociabilidade, afinal afigura-se como meio de fechamento do sujeito num círculo restrito e controlado, no qual só entra quem é reconhecido. Deste modo, gerando o que Gournay (2002:355) designa de insularidade mediática mas, que também poderemos designar de geração de arquipélagos de comunicação – «L’insularité médiatique constitue la propriété marquante de la communication mobile, autant dans l’espace public que prive. Une insularité mouvante qui assure une fluidité maximale de la circulation des informations et des personnes, au prix de l’évitement ou du contournement de la proximité indésirable avec l’entourage, qu’il s’agisse du public anonyme, de clients ou d’administrés inopportuns, ou tout simplement de relations trop pesantes.» (Gournay 2002:355) Com a expansão do uso das comunicações móveis são identificados três níveis de tensão com a ecologia do espaço público (Morel,2002:51), a saber: o primeiro deve-se às melodias e sonoridades intempestivas que ferem a dinâmica sonora e relacional dos espaços; em segundo lugar, o acto de telefonar onde quer que se esteja altera os modos de presença e relacionamento com o espaço públicos e respectivos actores, alguns dos quais passam a estar presentes, mesmo na ausência física; num terceiro nível, o uso público de meios de comunicação móvel transporta do que foi durante muito tempo tido como do espaço privado para o espaço público, ou seja, o acto de telefonar estava associado ao lar ou ao espaço de trabalho, passa agora a estar onde quer que estejamos, com especial impacto na dinâmica de estar no espaço público ou em espaço partilhados (semipúblicos). A presente comunicação propõe-se reflectir sobre as mudanças sociais que a comunicação móvel introduz e apresentar alguns resultados frutos de estudos empíricos. Deste modo, pretende-se dar um contributo para estimular a reflexão sobre as implicações do uso de uma tecnologia que se alojou no nosso quotidiano como um vírus multiresistente ao qual ninguém escapa, mesmo os que tentam minimizar a sua presença e impacto, tal é a pressão social.
http://www.youtube.com/watch?v=2ZO8rrDkDKc

1. Considera excessiva a expressão "sociedade do telemóvel"? Justifique.

2. Será que o telemóvel promove o anulamento do diálogo directo, já que é mais fácil mandar uma mensagem ou falar via telemóvel? Discuta contextos diversificados.

3. Estamos a assistir à construção de uma sociedade mais aberta os mais fechada? Justifique.

4. Comente os valores de Sónia no modo como efectuou o carregamento do telemóvel.



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segunda-feira, 8 de dezembro de 2008

Inserir um motor de pesquisa no seu blogue

Até as características avançadas dos blogues são simples de introduzir, porque basta copiar algum código que se pode encontrar em sites Internet especializados em dicas para a costrução de blogues. Esta foi retirada do TIPS FOR NEW BLOGGERS.

Por exemplo, para inserir um motor de pesquisa semelhante ao do blogue basta copiar o seguinte código:

<p align="left">
<form id="searchthis" action="http://stcx.blogspot.com/search" style="display:inline;" method="get">
<strong>NOME DO TEU BLOGUE<br/></strong>
<input id="b-query" maxlength="255" name="q" size="20" type="text"/>
<input id="b-searchbtn" value="STCx" type="submit"/>
</form></p>


  • Por questões estéticas eliminou-se a linha de código destinada ao nome do blogue

    optando-se por colocar o seu nome no botão (em "value", STCx), mas você poderá tomar decisões diferentes.

  • Onde se indica o endereço deste blogue, deverá colocar a URL do seu.

  • Para copiar o código para o seu blogue siga o seguinte caminho:
    Seleccione Painel / Esquema / Elementos de página / Adicionar uma miniaplicação / HTML/JavaScript encontra-se logo na categoria Básico, e já está!

  • Pode alterar o número 20 em "size" para modificar a largura do motor de pesquisa.

  • Deve deixar o motor de pesquisa na parte superior da barra lateral para que que o professor lhe envie por mail uma imagem com a captura de screen do seu blogue, mostrando que cumpriu esta tarefa. Imprimindo essa imagem ficará com uma prova em papel para o dossier, parecida com a imagem abaixo.






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quarta-feira, 19 de novembro de 2008

Inserir um SlideShow na banda lateral do blogue

Um SlideShow é um conjunto de imagens que vão passando. Antes de colocar o SlideShow no blogue é necessário arrumar as imagens em álbuns digitais. Os sites mais populares para o efeito são o Flickr e o Picasa. Recomendo este último por ser gratuito, independentemente do espaço utilizado.

Para utilizar o Picasa é necessário instalar o respectivo software, com o qual serão organizadas as fotos a publicar no site. Para publicar as fotos no Picasa poderá utilizar como username e password exactamente o que definiu para a sua conta do G-mail, porque o Picasa também é um serviço do Google.

Depois de colocar as fotos online no Picasa, volte ao seu blogue. Seleccione Painel / Esquema / Elementos de página / Adicionar uma miniaplicação / SlideShow encontra-se logo na categoria Básico, e já está!

Exercício

Colocar fotografias no Picasa e apresentar um álbum em SlideShow no blogue.

Como se coloca um Álbum na Internet utilizando o Picasa?
Coloca as fotos que lhe interessam no Tabuleiro de fotografias, no canto inferior esquerdo, utilizando os botões "Manter" e "Limpar". Depois basta clicar na botão Álbum Web e introduzir os seus dados (username e password) do G-mail. A parte inicial do vídeo abaixo mostra este processo.


Tutorial do Picasa em português (BR)

Encontram-se outros vídeos que explicam como tirar melhor proveito do Picasa, procurando por picasa tutorial no YouTube.


Nota 1: O SlideShow que está a ver ao lado é um dos álbuns que se encontra aqui.

Nota 2: Deve deixar o SlideShow na parte superior da barra lateral para que que o professor lhe envie por mail uma imagem com a captura de screen do seu blogue, mostrando que cumpriu esta tarefa. Imprimindo essa imagem ficará com uma prova em papel para o dossier, parecida com a imagem abaixo.





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domingo, 16 de novembro de 2008

Perspectiva Geral da Internet: História, Funcionamento, Serviços e Pesquisa

Veja a seguinte apresentação.    Backup (Arquivo)

Observações:

1. A Guerra Fria justificou a criação um sistema de comunicações descentralizado, mantido sob segredo entre os militares até aos anos 80. A ideia seria assegurar as comunicações entre os sobreviventes da III Guerra Mundial.

2. Com afinal da Guerra Fria deixou de justificar o secretíssimo, e a partir dos anos 90 esta tecnologia passou a ser utilizada pela sociedade civil.

3. O Protocolo TCP/IP, Protocolo de Controle de Transmissão, Internet Protocol, decompõe a informação em pacotes, que circulam do computador de origem até ao de destino por diferentes vias da rede. Imagine um comboio cujas composições fossem de Lisboa ao Porto por diferentes linhas (as mais desimpedidas), mas quando chegassem ao Porto o comboio ficaria alinhado porque as carruagens estão numeradas! Evidentemente que isto não sucede com os comboios, mas é assim que viajam os pacotes de TCP/IP no mundo virtual.

4. Serviços Web

Na fase inicial os browsers permitiam ler a informação que se encontrava na Web. Hoje estamos numa fase em que a Web apela à interacção com o cibernauta permitindo-lhe a criação dos próprios conteúdos (redes sociais, wikis, folksonomia). Os termos Web 1.0 (basicamente leitura) e Web 2.0 (leitura e escrita) são utilizados para assinalar esta evolução.
Tem-se assistido à webização da generalidade dos serviços.


O browser mais utilizado hoje é o Firefox

A mais recente novidade no mundo dos browsers, que aconselho a experimentar é o Google Crome

5. E-mail

O G-mail introduziu um novo conceito de mail que tornou obsoletas as restantes aplicações.. Os conceito de “conversação” e de “arquivar” as mensagens, além da quantidade de espaço disponível e da facilidade de pesquisa, entre outras características, colocaram o G-mail na liderança do mercado.

Grupos de mail

Turma G1 - http://groups.yahoo.com/group/g1esgb/ g1esgb@yahoogroups.com

Turma G3 - http://groups.yahoo.com/group/g3esgb/ g3esgb@yahoogroups.com

Turma G10 - http://tech.groups.yahoo.com/group/g10efa/
g10efa@yahoogroups.com

Turma G11 - http://groups.yahoo.com/group/g11esgb/
g11esgb@yahoogroups.com


6. Newsgroups

Mais uma vez a Google volta a dominar. O grupo português mais frequentado é o
pt.soc.politica


7. FTP

Alguns servidores são de livre acesso, outros exigem password.

Experimente

ftp://ftp.telepac.pt Servidor de acesso livre.

ftp://ftp.prof2000.pt Servidor de acesso reservado aos seus utilizadores.

Uma utilização frequente requer a instalação se software específico, dito cliente de ftp. Entre os mais populares destacam-se:~
- FTP Explorer
- CuteFTP
- CoffeeCup Free FTP
Este software é indispensável para construir sites Internet. Quando se edita um blogue, ao publicar a mensagem a tecnologia do serviço realiza o ftp sem que o utilizador se aperceba da operação.


6. IRC

Os canais de irc permitem teclar mais rapidamente que no MSN. Nos canais de irc podem encontrar-se dezenas de pessoas e naturalmente que o diálogo é impossível. Quando querem teclar a dois passam a faze-lo em privado, e se o “teclanço” se prolongar acabam por trocar os endereços do MSN.

A regulação do IRC em Portugal compete à PTNET

O cliente mais popular de irc é o Mirc.

7. Pesquisa

Os mecanismos de pesquisa anteriores ao Google utilizavam operadores da lógica matemática booliana: +, - , ou, e, permitiam combinar estes operadores utilizando parêntesis. O problema é que os utilizadores nunca tiveram paciência para realizar pesquisas complicadas!

O Google mais uma vez foi inovador. Introduziu no motor de pesquisa mecanismos que lhe permitem utilizar as experiências dos próprios utilizadores para hierarquizar os resultados apresentados nas pesquisas.


1. A Escola só pode mesmo oferecer as competências básicas. As tecnologias mudam a uma velocidade tão acelerada que quem não aprender a aprender por si, mais tarde ou mais cedo, ficará ultrapassado. Comente.





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quinta-feira, 13 de novembro de 2008

Proposta de Barack Obama sobre Tecnologia e Inovação

Leia o extracto da proposta de Barack Obama: (O texto original encontra-se no Arquivo)

Actualizar a Educação para atender as necessidades do Século XXI: Barack Obama vai enfatizar a importância da alfabetização tecnológica, assegurando que em todas as escolas públicas as crianças sejam dotadas com as necessárias competências em ciência, tecnologia e matemática, habilidades para ter sucesso na economia do Século XXI. Acesso a computadores e ligações em banda larga nas escolas públicas deve ser conjugada com professores qualificados, currículos flexíveis e um compromisso com o desenvolvimento de competências no domínio da tecnologia. Isto é central para a competitividade do sector tecnológico da nossa nação e dos nossos cidadãos. Obama também acredita que é preciso fortalecer a educação científica e matemática para ajudar a desenvolver uma qualificada força de trabalho e promover a inovação. Ele vai trabalhar para aumentar o nosso número de diplomados em ciências e engenharia, incentivar os jovens a estudar matemática e ciência para obterem graduação, e trabalhar para aumentar a representação das minorias e das mulheres na ciência e na área da tecnologia, representando a diversidade da América para satisfazer a crescente procura de uma mão-de-obra qualificada. Se vamos exportar o nosso melhor software e melhores empregos de engenharia para países em desenvolvimento, é menos provável que a América beneficie com a próxima geração de inovações em nanotecnologia, electrónica e biotecnologia. Devemos ter mão-de-obra qualificada para que possamos manter e crescer empregos que exigem as competências do Século XXI em vez de obrigar os empregadores a encontrar trabalhadores qualificados no exterior.

1. Identifique a triologia de competências valorizada por Obama.

2. Relacione as competências tecnológicas com o crescimento económico.

Assista à reportagem da SIC sobre o papel da tecnologia na "escola do futuro".

Conheça os Projectos-chave do Plano Tecnológico da Educação.


3. Comente o papel da tecnologia na "escola do futuro".



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quarta-feira, 12 de novembro de 2008

Ciberdemocratização - As inequidades reais resultantes do Mundo virtual da Internet

Leitura de um texto de Philippe Perrenoud.



As NTIC? Poderá inconscientemente esta sigla triunfante designar as “Novas Tecnologias da Informação e da Comunicação”? Serão elas também, os Novos Tipos de Inequidades Culturais?

O Mundo muda, os recursos materiais e intelectuais com os quais precisamos de viver, agir, captar para a realização dos nossos projectos renovam-se, ao sabor das mudanças tecnológicas. Muda também, agora, o padrão das inequidades culturais que condicionam o acesso aos recursos. No campo da comunicação, a emergência da escrita, depois da invenção da imprensa, actualizou a nossa perspectiva do Mundo; mais tarde, o telefone, a radio, o cinema, depois a televisão e o vídeo fizeram-no à sua medida. Hoje, o multimédia, as redes mundiais, a realidade virtual, e mais banalmente o conjunto das ferramentas informáticas e telemáticas parecem transformar a nossa paisagem, as relações sociais e os modos de trabalhar, de se informar, de se formar, de se distrair, de consumir, e mais basicamente ainda de se expressar, de escrever, de entrar em contacto, de consultar, de decidir, e pouco a pouco, talvez o modo de pensar. Pierre Lévy (1997) não teme associar estas mutações a uma incipiente cibercultura que já se instalou.

A Escola não pode ser pensada afastada destas transformações. Não faltam os espíritos não totalmente desinteressados, para a incitar a juntar-se à “revolução numérica”. O meu propósito não é combater esta mensagem, mas somente a parte do mito libertador e igualitário frequentemente veiculado: a alienação e as desigualdades intelectuais e culturais manifestam-se diferentemente utilizando as novas tecnologias que utilizando o livro, mas elas não desaparecem como por magia, e podem mesmo agravar-se temporariamente, ou mesmo duradouramente se não forem tomadas em consideração.


1. A Escola face às NTIC
2. A desigualdade frente às ferramentas
3. A desigualdade frente à abstracção
4. Cidadania e redes


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1. Desenvolva dois aspectos referidos no ponto 4.1. A Escola face às TIC.

2. Refira os recursos intelectuais clássicos que “fazem a diferença” na generalidade das tarefas escolares. (ponto 4.3.)

3. Mostre que o papel da Escola é relativamente mais complexo quando pretende oferecer aos indivíduos (1) idênticas oportunidades de utilização da Internet (ponto 4.3.) do que simplesmente (2) idênticas oportunidades de acesso à rede (ponto 4.2.)

4. Discuta a possibilidade da Internet favorecer os melhores estudantes.

5. “Ainda é necessário saber-se se servem [os computadores] para desenvolver competências, suscitar projectos, criar situações problemáticas, avaliar de um modo formativo, regular em função de objectivos claros e realistas (...)”.
Justifique as dúvidas de Perrenoud quanto às potencialidades educativas dos computadores.

6. A arquitectura da Internet foi discutida a nível mundial ou foi imposta a todo o mundo pelos peritos? (http://www.w3.org/) Justifique tendo em consideração as características da modernidade.

7. Que papel atribui Perrenoud à Escola, num mundo onde o poder se encontra tão inequitativamente distribuído?



Núcleo Gerador: Redes de Informação e Comunicação
Dimensões das Competências: Sociedade
Domínios de Referência: DR2/DR4 – Computador/Internet
Elementos de Complexidade: Tipo I, II e III

segunda-feira, 10 de novembro de 2008

Por que devem os alunos utilizar um blogue?

Não me enganei a traduzir. "Por que razão deixar os nossos alunos usar um blogue?" pareceu-me um título fraco para apresentar este vídeo que sintetiza as vantagens da utilização dos blogues enquanto recursos educativos. Creio que qualquer pessoa com o mínimo bom senso poderá concluir que já é tempo de arrumar os antigos dossiers no armário da história.






http://www.teachertube.com/viewVideo.php?video_id=838

Para comunicação...
Para literacia...
Para posse...
Para partilha...
Para colaboração...
Para discussão...
Para concessão...
Para interacção...
Para motivação...
Para participação...
Para engajamento...
Para excitação...
Para conversação...
Para a criatividade...
Para reflexão...
Para alargar as paredes da sala de aula...
Dar aos estudantes uma “voz”.
Dar aos estudantes uma audiência...
Dar aos estudantes um ambiente de aprendizagem...
...aberto 24 horas / 7 dias por semana.
Para lhes dar competências úteis para os seus futuros digitais.

Escrever para aprender...
Blogar para aprender.




1. Escreva uma composição sobre a utilidade que o seu blogue tem para si.

2. Escreva uma composição sobre as potencialidades dos blogues enquanto (a) recursos educativos e (b) meios de valorização das pessoas.

3. Para que os alunos utilizem blogues, alguns aspectos que facilitarão a sua utilização são a experiência prévia em informática e a posse de um computador próprio. Justifique.

4. A posse de um blogue permite ao aluno "tornar-se produtor de cultura", atingindo um patamar em que os estudos dão outra satisfação.
Comente.




Núcleo Gerador: Redes de Informação e Comunicação
Dimensões das Competências: Sociedade
Domínios de Referência: DR2/DR4 – Computador/Internet
Elementos de Complexidade: Tipo I, II e III

sexta-feira, 7 de novembro de 2008

Referencial de Formação STC_5


Redes de Informação e Comunicação


Resultados de Aprendizagem
  • Entende as utilizações das comunicações rádio em diversos contextos.
  • Perspectiva a interacção entre a evolução tecnológica e as mudanças
    nos contextos organizacionais, bem como nas qualificações
    profissionais.
  • Discute o impacto dos media na construção da opinião pública.
  • Relaciona a evolução das redes tecnológicas com a transformação das redes sociais.


Conteúdos

Aspectos socio-económicos do desenvolvimento e da implementação das tecnologias da informação e da comunicação
Conceitos-chave: diversidade social, desigualdade social, investimento, inovação, meio de comunicação de massas, sociedade em rede.
  • Diferentes modos de relação com a tecnologia que coexistem nas sociedades contemporâneas, bem como a sua correlação com certas variáveis sociais (idade, qualificações, recursos económicos, formação específica, grupos de sociabilidade, etc.)
  • Relação entre competências tecnológicas e crescimento económico, a nível individual, organizacional e societal
  • Ponderação de soluções tecnológicas sustentáveis, a nível organizacional, a partir de uma estimativa dos seus custos e benefícios
  • A importância do investimento em inovação tecnológica e em investigação e desenvolvimento na actividade económica
  • A importância dos meios de comunicação de massas no desenvolvimento da democracia e da reflexividade social, em particular, através do fortalecimento (e possível controlo ou regulação) de uma “opinião pública”
  • Implicações socio-económicas da difusão das redes tecnológicas, em particular, no desenvolvimento de uma nova configuração social, a sociedade em rede


Elementos tecnológicos centrais que estruturam o funcionamento dos sistemas de informação e comunicação
Conceitos-chave: tecnologia da informação e comunicação, terminal, rede, intranet, internet, desempenho.
  • Os sistemas funcionais básicos das tecnologias de informação e comunicação (armazenagem e transferência de dados, construção, articulação e apresentação de informação)
  • Os diversos tipos de tecnologias de informação e comunicação, caracterizando as suas dimensões individual e colectiva (terminais e redes)
  • Principais elementos, estrutura e dinâmicas das redes informáticas fechadas (intranet) e abertas (internet)
  • Aplicação das tecnologias de informação e comunicação nas múltiplas actividades humanas (produção, comércio, serviços, comunicação social, etc.)
  • Limitações no desempenho e aplicação associadas à componente tecnológica das tecnologias de informação e comunicação


Conhecimentos científicos e matemáticos fundamentais para a compreensão e boa utilização das tecnologias da informação e da comunicação
Conceitos-chave: princípio físico, código binário, linguagem, base de dados, estatística.
  • Os princípios físicos fundamentais que permitem a realização de operações pelos sistemas de informação e comunicação
  • O código binário como linguagem da programação: estrutura e operações básicas
  • Operações estatísticas básicas: construção de bases de dados, produção e interpretação de resultados estatísticos, na forma numérica e gráfica


Áreas do Saber: Economia, Sociologia, Física, Matemática.