terça-feira, 5 de maio de 2009

Circuito Económico



1. Desenhe o circuito económico acrescentando mais algum detalhe.
2. Identifique os agentes económicos.
3. Defina agente económico.
4. Indique as funções dos agentes económicos.
5. Indique os recursos dos agentes económicos.




Núcleo Gerador: Relações Económicas
Dimensões das Competências: Sociedade e Tecnologia
Domínios de Referência: DR1/2/3/4 – Orçamento Familiar / Organogramas / Moeda / Relógio
Elementos de Complexidade: Tipo I, II e III

terça-feira, 14 de abril de 2009

Mercados de Bens e Serviços e de Factores Produtivos

A matéria teórica deste tópico foi apresentada nos recursos abaixo, do Blogue Economia:





Utiliza esse material para responder às seguintes questões:


1. Tu vais com um grupo de amigos ao café tomar o lanche. Depois de servidos, qual das seguintes alíneas NÃO explica porque vocês preferem pagar a conta?
a) O dono do café não os voltaria a servir, e espalharia pelas redondezas que eram um grupo de caloteiros no MERCADO, se não os “desmontasse” antes…
b) O dono do café chamaria a polícia para exercer a AUTORIDADE do Estado.
c) O grupo sabe que a melhor forma de evitar chatices é proceder de acordo com a TRADIÇÃO, pagando a conta.
d) O grupo cultiva a AMIZADE com os donos dos cafés, porque são os responsáveis pelos “espaços culturais” mais próximos.

2. O mercado estudado em Economia é:
a) Uma feira.
b) Um ponto onde interagem compradores e vendedores de um produto, determinando o seu preço e a quantidade transaccionada.
c) O cruzamento da curva da oferta com a curva da procura.
d) A relação da função oferta com a função procura.

3. Se os consumidores querem mais de um determinado bem, lutam por ele, oferecendo mais dinheiro pelo mesmo bem, subindo o preço. Deste modo:
a) A subida dos preços não terá qualquer efeito porque aumenta o custo de vida.
b) Os empresários sentirão um incentivo no sentido de produzir maior quantidade do bem cujo preço aumentou, porque pretendem maximizar os lucros.
c) A estratégia dos consumidores vai falhar, porque para conseguir maior quantidade de um determinado bem, basta pedir subsídios ao Estado.
d) A estratégia dos consumidores vai falhar, porque para conseguir maior quantidade de um determinado bem, basta dizer aos empresários.

4. “Não é da benevolência do padeiro, do talhante ou do cervejeiro que eu espero que saia o meu jantar, mas do empenho deles em promover seu próprio auto-interesse”.
Esta expressão é de:
a) Adam Smith.
b) Ricardo.
c) Samuelson.
d) César das Neves.

5. “Mais de 95 % de nós dão gorjeta aos empregados dos restaurantes, portanto deve haver mais do que pura Economia em jogo”.
Esta expressão é de:
a) Adam Smith.
b) Ricardo.
c) Samuelson.
d) Thomas Gilovich.

6. Quando cada um produz aquilo que melhor sabe fazer e troca por aquilo que mais gosta, em dadas circunstâncias, o mercado conduz-nos a uma situação mais racional e a maior bem-estar. Chamamos a este resultado:
a) Desenvolvimento.
b) Crescimento.
c) Eficiência.
d) Eficácia.

7. O valor da produção avaliado a preços de mercado é idêntico à despesa, porque:
a) Corresponde aos bens disponíveis para as famílias, avaliados aos preços a que estas os compram.
b) Os economistas definiram que a despesa seria igual à produção.
c) Esta identidade decorre das regras contabilísticas.
d) Outra razão.

8. Os factores produtivos são:
a) As rendas, os juros e os lucros.
b) Os salários, as rendas, os juros e os lucros.
c) O trabalho e o capital.
d) A natureza, as instalações fabris e o dinheiro.

9. Indica a alínea que NÃO corresponde a falha do mercado livre:
a) Uma empresa ser monopolista.
b) Uma empresa beneficiar da atenção do ministro.
c) Uma empresa produzir melhor e mais barato, obtendo a preferência dos consumidores.
d) Pagar demasiado por ignorar outro ponto de venda onde o produto se encontra mais barato.

10. O mercado pode perpetuar situações de pobreza e opulência, se estas já se verificarem devido a dados políticos, culturais, sociais, etc.
Esta afirmação é:
a) Verdadeira.
b) Falsa.
c) Duvidosa.
d) Outra. ______________________________________________________

11. O volume da procura é:
a) A quantidade que os consumidores compram.
b) A quantidade que os consumidores desejam comprar.
c) A quantidade adquirida ou quantidade realmente comprada e vendida.
d) A quantidade que os produtores desejam vender.

12. O volume da procura é um fluxo:
a) Porque nunca compramos tudo de uma vez.
b) Porque as compras de uma semana são sensivelmente semelhantes às da semana seguinte.
c) Não corresponde a uma compra isolada, mas a um contínuo de compras que exprimimos em função do tempo, por exemplo, por semana, por mês ou por ano.
d) Qualquer das respostas acima.

13. O volume da procura varia em função:
a) Do preço do respectivo bem, do rendimento familiar, dos preços dos outros bens e dos gostos dos consumidores.
b) Da oferta e da procura.
c) Da escassez e da utilidade dos bens.
d) Do preço do respectivo bem, do rendimento familiar, dos preços dos outros bens, dos gostos dos consumidores e do nível de desenvolvimento da tecnologia.

14. Qual das seguintes afirmações é falsa?
a) A curva da procura estabelece a relação entre o preço do bem e o respectivo volume da procura. Obteve-se a partir função procura, supondo todas as variáveis explicativas constantes, à excepção do preço do respectivo bem.
b) A curva da procura tem inclinação decrescente porque o volume da procura aumenta (diminui) quando os preços baixam (sobem).
c) Uma variação do preço do bem provoca uma deslocação ao longo da curva, que designamos por variação da procura. Se houver alguma alteração do rendimento familiar, dos preços dos outros bens ou dos gostos dos consumidores, estaremos perante a deslocação da própria curva: aumento da procura ou redução da procura.
d) O litro de água comprado num restaurante é mais caro que o litro da gasolina num posto de abastecimento porque a água é um bem escasso.

15. O volume da oferta depende:
a) Do volume da procura.
b) Do preço do bem em causa, dos preços dos outros produtos, do custo dos factores produtivos, do desenvolvimento tecnológico e dos objectivos das empresas.
c) Do preço do bem em causa, dos preços dos outros produtos, do custo dos factores produtivos, do desenvolvimento tecnológico, dos objectivos das empresas, do rendimento e dos gostos dos consumidores.
d) Da interacção com a procura em cada mercado, que irá determinar o volume da oferta.

16. Se aumentar o preço dos outros produtos, o que sucede à oferta do bem n?
a) A oferta do bem n baixa porque a produção dos outros bens se tornou mais atractiva.
b) A oferta do bem n aumenta porque aumentou o preço dos outros produtos.
c) A oferta do bem n não pode variar com o preço dos outros produtos.
d) A oferta do bem n vai aumentar, porque os consumidores deixam de comprar outros produtos, cujo preço aumentou.

17. O aumento do custo dos factores produtivos (trabalho e capital) torna mais caros os produtos nos sectores de actividade que utilizam mais intensivamente o factor produtivo que sofreu o agravamento.
Exemplo disso é:
a) O aumento do IVA provoca um aumento generalizado dos preços.
b) Curiosamente, quando o IVA desce verifica-se um certo atrito, e os preços não descem como era suposto.
c) Aumentando o preço do petróleo, começam por aumentar os custos dos transportes, públicos ou privados, mais dependentes deste input. Só mais tarde este aumento se repercute sobre a generalidade dos sectores da actividade económica, pois todos os bens necessitam da actividade transportadora.
d) Todas as alíneas acima.

18. O progresso tecnológico traduz-se:
a) Num aumento da procura provocado pela maior acessibilidade dos bens.
b) Num aumento da oferta, visto que o progresso tecnológico resultou numa redução dos custos de produção, que tornou o produto mais lucrativo, incentivando os produtores a aumentarem a sua oferta.
c) Redução da oferta porque em resultado do progresso tecnológico não é preciso produzir tantos bens.
d) Aumento da procura porque a própria oferta a custos mais baixos cria maior procura.

19. Variação da oferta é:
a) Um aumento ou redução da oferta.
b) Uma deslocação ao longo da curva da oferta, para um novo volume da oferta em resposta a uma alteração do preço do bem.
c) O mesmo que aumento ou redução da oferta, mas pensando apenas no curto prazo.
d) O mesmo que aumento ou redução da oferta, excluindo os factores monetários.

20. Qual das seguintes leis da oferta e da procura está errada:
a) Um aumento da procura de um produto (isto é, uma deslocação da curva da procura para a direita) origina a elevação tanto do preço de equilíbrio como da quantidade de equilíbrio das compras e vendas.
b) A diminuição da procura de um produto (isto é, a deslocação da curva da procura para a esquerda) origina um abaixamento tanto do preço de equilíbrio como da quantidade de equilíbrio das compras e vendas.
c) Um aumento da oferta de um produto (isto é, uma deslocação da curva da oferta para a direita) origina a descida do preço de equilíbrio e o aumento da quantidade de equilíbrio das compras e vendas.
d) A diminuição da oferta (isto é, uma deslocação da curva da oferta para a esquerda) causa a descida do preço de equilíbrio e o aumento da quantidade de equilíbrio das compras e vendas.

21. Acima do preço de equilíbrio verifica-se:
a) Um excesso da oferta.
b) Um excesso da procura.
c) Que o volume da procura é maior que o volume da oferta.
d) Nenhuma das alíneas anteriores.

22. Os preços baixam quando há excesso da oferta, porque:
a) Os produtores para se desfazerem de produtos que têm dificuldade em vender, baixam os preços.
b) Os consumidores sabem que mesmo oferecendo preços mais baixos conseguem adquirir o produto.
c) Ambas as alíneas acima.
d) Nenhuma das alíneas anteriores.

23. Os preços sobem quando há excesso da procura, porque:
a) Os consumidores para tentarem adquirir a escassa quantidade disponível no mercado sentem-se forçados a oferecer preços mais elevados.
b) Os produtores sabem que enquanto a oferta for insuficiente para satisfazer a procura, poderão continuar a pedir preços mais elevados.
c) Ambas as alíneas acima.
d) Nenhuma das alíneas anteriores.

24. O preço de equilíbrio é o único onde:
a) A oferta e a procura conseguem manter-se estáveis.
b) Se verifica um compromisso legitimamente aceite no mercado entre compradores e vendedores.
c) Ambas as alíneas acima.
d) O volume da oferta é igual ao volume da procura.

25. A elasticidade procura-preço mede a sensibilidade do volume da procura a:
a) Variações dos preços.
b) Variações do rendimento.
c) Variações dos gostos consumidores.
d) Variações da oferta.

26. A procura pode variar muito (ser elástica) em resposta a variações de preços. Nesse caso encontram-se os bens:
a) De luxo.
b) De primeira necessidade.
c) Complementares.
d) Sucedâneos.

27. Relacionando a variação percentual da procura de um bem com a variação percentual do preço de outro calcula-se a elasticidade cruzada. Se esta for negativa os bens são:
a) De luxo.
b) De primeira necessidade.
c) Complementares.
d) Sucedâneos.

28. Relacionando a variação percentual da procura com a variação percentual do rendimento, calcula-se a elasticidade procura-rendimento. O seu valor é positivo no caso dos bens:
a) Normais.
b) Inferiores.
c) Independentes.
d) De luxo.

29. Em concorrência perfeita, qual das seguintes hipóteses NÃO é admitida:
a) As empresas vendem um produto padronizado (homogéneo ou indiferenciado).
b) As empresas são aceitantes de preços, isto é, nenhuma tem poder para os influenciar.
c) Os factores de produção são perfeitamente variáveis a longo prazo.
d) As empresas e os consumidores não têm informação perfeita.

30. A concorrência perfeita distingue-se da concorrência monopolística:
a) Pelo número de compradores.
b) Pelo número de vendedores.
c) Pela diferenciação do produto.
d) Pela transparência da informação.

31. Em concorrência monopolística se a empresa subir o preço, diminuirá os negócios em benefício dos seus concorrentes; não perderá, porém, todos os seus clientes só porque o seu preço é mais elevado que o deles.
Esta afirmação é verdadeira porque:
a) Intervêm factores psicológicos associados às marcas, que fidelizam os consumidores.
b) Como os produtos são diferenciados, isso significa que serão vendidos a preços diferentes.
c) É que a diferenciação do produto em relação aos concorrentes fará com que algumas pessoas o prefiram aos outros, apesar do seu preço um pouco mais alto.
d) Todas as alíneas acima são verdadeiras.

32. Em concorrência perfeita as empresas enfrentam uma curva da procura que corresponde graficamente a uma linha horizontal. Isto sucede porque:
a) O preço praticado por todas as empresas é igual.
b) Dada a sua reduzida dimensão conseguem vender toda a produção ao preço estabelecido no mercado, mas se aumentarem o preço um cêntimo deixam vender, porque os consumidores irão optar por outros vendedores.
c) Porque o preço estabelecido no mercado é que é justo.
d) Qualquer das alíneas acima.

33. Ao debruçar-se sobre o trabalho, a Economia toma (1) a pessoa humana não só como objectivo mas como (2) meio para esse objectivo, porque:
a) A Economia explica o comportamento das pessoas.
b) A Economia procura explicar o comportamento dos agentes económicos. Para uma empresa decidir se deve empregar mais pessoas, será crucial a comparação do salário adicional a pagar com a melhoria dos seus resultados financeiros.
c) As pessoas têm como objectivo aumentar o seu bem-estar, oferecendo-se para trabalhar. A Economia estuda o comportamento dos consumidores e dos trabalhadores em simultâneo.
d) Todas as alíneas acima são verdadeiras.

34. Uma máquina parada tem muito menos consequências que uma pessoa desocupada, porque:
a) As pessoas podem ser mal-educadas.
b) Há pessoas que não sabem enfrentar dificuldades.
c) O desemprego não se pode reduzir a uma análise economicista, porque tem efeitos psicológicos, sociais, culturais, etc.
e) Nenhumas das alíneas acima são verdadeiras.

35. As determinantes da oferta potencial de trabalho são:
a) A dimensão da população activa, a taxa de natalidade, a taxa de mortalidade, o saldo migratório e o serviço militar.
b) O nível de desemprego e o horário de trabalho.
c) A dimensão da população activa, a taxa de natalidade, a taxa de mortalidade, o saldo migratório, o serviço militar, o nível de desemprego e o horário de trabalho.
d) Outras variáveis: ___________________________________________________

36. A níveis relativamente baixos dos salários a curva da oferta de trabalho é crescente, porque:
a) O agente estará disposto a sacrificar mais uma hora de lazer, pois o rendimento acrescido do trabalho permite-lhe alcançar um maior bem-estar.
b) O agente não estará disposto a sacrificar mais uma hora de lazer, pois o rendimento acrescido do trabalho não lhe permite alcançar um maior bem-estar.
c) Quanto mais se trabalha, mais se recebe.
d) Quanto mais se trabalha, menos tempo se tem.

37. A níveis de salários elevados, se o salário aumenta o agente consegue o mesmo rendimento - já mais que suficiente para o que consegue gastar em lazer - com menor esforço, e por isso decide trabalhar menos. Portanto a curva da oferta de trabalho será:
a) Crescente.
b) Decrescente.
c) Uma recta horizontal.
d) Uma recta vertical.

38. Se todos os empregos e todas as pessoas fossem iguais num mercado concorrencial puro, então os salários também seriam iguais. Perante as nítidas diferenças salariais entre sectores de actividade e indivíduos Samuelson viu-se forçado a analisar:
a) A concorrência imperfeita nos mercados de trabalho.
b) A origem da diferenciação dos rendimentos.
c) Os níveis de salários em diversos países.
d) A história da repartição do rendimento nos Estados Unidos.

39. Os mineiros têm de ser melhor remunerados devido ao risco de descer ao subsolo. Para a generalidade dos indivíduos, capazes de explorar uma mina e ser seguranças da mina, mesmo que na primeira profissão pudessem ganhar mais, preferiram exercer a segunda. Esta escolha não é irracional, apenas evidencia:
a) Que os indivíduos escolhem as profissões cujo trabalho exige menos esforço.
b) Um diferencial de compensação que reflecte as diferenças não monetárias entre as profissões. Evidentemente que é muito mais cómodo ser segurança ;)
c) Ser mineiro oferece um estatuto superior a ser segurança.
d) Ser mineiro oferece um estatuto inferior a ser segurança.

40. Um factor importante na justificação das diferenças salariais é:
a) A idade dos indivíduos.
b) O género (masculino/feminino).
c) A qualificação do trabalho.
d) Nenhuma das alíneas anteriores.

41. Entende-se por capital humano:
a) O nível das habilitações académicas.
b) A experiência acumulada ao longo da vida.
c) O conjunto de capacidades e de conhecimentos úteis e com valor acumulado adquiridos pelas pessoas ao longo da sua vida, embora classicamente se destaquem o processo educativo e a formação profissional.
d) Qualquer das alíneas anteriores.

42. Geralmente o nível de rendimento sobe com:
a) O nível das habilitações académicas.
b) Os anos de experiência.
c) Ambas as alíneas anteriores.
d) Nenhuma das alíneas anteriores.

43. A principal razão para uma grande disparidade nos níveis salariais é que os mercados de trabalho são segmentados em grupos não concorrentes.
Esta frase é particularmente verdadeira quando nos referimos ao grupo de pessoal:
a) Indiferenciado.
b) Intermédio.
c) Qualificado.
d) Acontece o mesmo para qualquer dos grupos.

44. A educação é um factor de mobilidade do trabalho, porque:
a) Proporciona o reconhecimento das pessoas através de graus académicos.
b) Desenvolve o espírito crítico e a segurança de cada um nas suas competências.
c) Prepara os indivíduos, proporcionando-lhes novas oportunidades.
d) É mais difícil encontrar emprego quando se tem formação superior.

45. Acima do nível salarial de equilíbrio, a oferta de emprego é maior que a procura. Esse excesso de pessoas que pretende emprego mas não encontra (desempregados) apenas porque o nível de salários está acima do nível de equilíbrio, designa-se:
a) Excesso da oferta de trabalho.
b) Excesso da procura de trabalho.
c) Desempregados.
d) Desemprego clássico.

46. Segundo Samuelson, a acção dos sindicatos para a generalidade dos trabalhares acaba por traduzir-se:
a) No aumento dos salários reais.
b) Na redução dos salários reais.
c) Na manutenção dos salários reais.
d) Nenhuma das alíneas anteriores.

47. O salário real designa:
a) O salário recebido após o pagamento de impostos, contribuições e descontos.
b) O conjunto de bens que é possível adquirir com o salário nominal.
c) O valor do salário expresso em dólares, para oferecer uma noção mais realista de quanto vale.
d) Outra: ___________________________________________________________

48. O efeito tendencial da acção dos sindicatos sobre os salários conduz:
a) À sua redução na sequência de uma espiral inflacionista.
b) A elevados ganhos do poder de compra da população em resultado da sua força reivindicativa.
c) A uma subida dos salários no sector sindicalizado comparativamente com o sector não sindicalizado.
d) Nenhuma das alíneas acima.

49. O efeito tendencial da acção dos sindicatos sobre o nível de emprego é:
a) O aumento do número de postos de trabalho em resultado da sua força reivindicativa.
b) A redução do nível de emprego no conjunto da economia.
c) Aceitando salários mais baixos, aumentará o nível de emprego no sector não sindicalizado para compensar a redução do nível de emprego no sector sindicalizado.
d) Nenhuma das alíneas acima.

50. A “sorte favorece a mente preparada”.
Esta expressão refere-se a um contexto onde:
a) Os Matemáticos estão melhor preparados para jogos de sorte e azar.
b) Mudando as tecnologias cada vez mais rapidamente, a educação prepara as pessoas para compreender e ganhar com as novas circunstâncias.
c) O trabalhador com sorte está mentalizado para mudar frequentemente de emprego.
d) Empresários com sorte encontram-se preparados para correr maiores riscos.


Recursos

  1. Conteúdos do Módulo 3 - Mercados de Bens e Serviços e de Factores Produtivos

  2. Desenvolvimento tecnológico e mercado
  3. O mercado para funcionar precisa do Estado e de regras de conduta
  4. O mercado na sociedade moderna
  5. Teoria elementar da procura
  6. Teoria elementar da oferta
  7. Teoria elementar dos preços
  8. Elasticidade da procura
  9. CORRECÇÃO - Elasticidade da procura
  10. Estruturas de Mercado
  11. CORRECÇÃO - Estruturas de Mercado
  12. Oferta de Trabalho
  13. CORRECÇÃO - Oferta de Trabalho
  14. Fundamentos da determinação dos salários
  15. CORRECÇÃO - Fundamentos da determinação dos salários





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domingo, 29 de março de 2009

Visita à Hemeroteca Municipal de Lisboa

Proposta de Actividade Integradora


A visita de estudo à Hemeroteca Digital (HD) visa dar a conhecer os serviços e colecção que os alunos poderão encontrar na Hemeroteca Municipal de Lisboa (HML), demonstrando o interesse das bibliotecas e das TIC no desenvolvimento do seu trabalho escolar.

Observe que o site assume a humildade de se dizer em construção.

Descobrirá na HD algumas publicações periódicas de inegável valor histórico e cultural, visto que A Digitalização do Acervo Documental da Hemeroteca Municipal de Lisboa se confunde com a própria história dos computadores.



1. Apresente a missão da HML.

2. Leia o no texto Instrucção Pública, Backup escrito em 1850.
Indique a grafia actual de 20 palavras e enuncie uma regra genérica na evolução do português escrito.

3. Analise os valores implícitos no texto Instrucção Pública.
Aponte algumas razões para a não adopção pelo Governo do Methodo portuguez Castilho (Methodo de Leitura Repentina).

4. Mostre que as técnicas de digitalização dos documentos acompanham a história da computação.

5. Faça um link para um documento da Colecção da HD.
Associe-lhe um comentário breve.

6. Indique algumas vantagens da deslocação física à Hemeroteca, comparativamente à utilização dos serviços em linha.




Links para próximas Actividades Integradoras

Urbanismo e Mobilidade - STC_6 - Outros tópicos

Outros Temas para Urbanismo e Mobilidade
  • A casa do futuro (ver recurso)
  • A casa ecológica (ver recurso)
  • Agricultura em arranha-céus (ver recurso)
  • Central Solar Fotovoltaica da Amareleja (ver recurso)
  • Instituto da Água e a regulamentação sobre os nitratos de origem agrícola (ver recurso)
  • O impacto do desaparecimento das abelhas (ver recurso)
  • The Latest Tech (ver recurso)


O Google Maps criou um novo conceito de mapa, uma base de dados georeferenciada onde cada um de nós pode introduzir mais informação, aumentando a utilidade da ferramenta com o crescente número de utilizadores.









Núcleo Gerador: Urbanismo e Mobilidade
Dimensões das Competências: Sociedade, Tecnologia e Ciência
Domínios de Referência: DR1/2/3/4 – Construção e Arquitectura / Ruralidade e Urbanidade / Administração, Segurança e Território / Mobilidades Locais e Globais
Elementos de Complexidade: Tipo I, II e III

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009

Referencial de Formação STC_4


Relações Económicas


Resultados de Aprendizagem
  • Organiza orçamentos familiares, tendo em conta a influência dos impostos e os produtos e serviços financeiros disponíveis.
  • Aplica princípios de gestão de recursos na compreensão e melhoria do funcionamento de organizações produtivas (públicas ou privadas).
  • Perspectiva a influência dos sistemas monetários e financeiros na economia e na sociedade.
  • Compreende os impactos dos desenvolvimentos sociais, tecnológicos e científicos, nos usos e gestão do tempo.


Conteúdos

Dimensão socio-antropológica da organização das actividades produtivas e sua relação com as estruturas culturais
Conceitos-chave: família, unidade de produção, unidade de consumo, modo de produção, matriz cultural, tempo, modernidade.

  • Diferentes modelos de família, enquanto unidade de produção e de consumo, bem como os seus referentes históricos e culturais
  • Relação dos modos de produção com as estruturas e dinâmicas familiares em sociedades e épocas distintas
  • Matrizes culturais que permitem (e condicionam) o desenvolvimento dos sistemas económicos
  • O tempo enquanto construção social: a transformação radical da sua representação associada ao advento da modernidade


Dimensão económica das organizações produtivas e das sociedades
Conceitos-chave: consumo, poupança, rendimento, coeficiente orçamental, produtividade marginal, economia de escala, moeda, custo de produção.
  • O consumo e a poupança enquanto actos (económicos e sociais) de utilização dos rendimentos, reconhecendo diferentes tipos de consumo e de poupança nas sociedades contemporâneas
  • Evolução dos coeficientes orçamentais, relativamente à evolução dos níveis de rendimento
  • Cálculo dos valores relativos à evolução da produção total e da produtividade marginal, em função das variações do factor trabalho
  • Definição de economias de escala, explicitando-se os factores que as podem originar ou bloquear
  • A importância da moeda no desenvolvimento económico, relacionando a evolução tecnológica com o processo de desmaterialização da moeda
  • Distintos custos de produção, incluindo a variável tempo e explorando situações para os optimizar


Técnicas contabilísticas elementares para a gestão de unidades produtivas e de agrupamentos familiares
Conceitos-chave: folha de cálculo, balanço contabilístico, activo, passivo, capital próprio, elemento patrimonial, dinâmica patrimonial, gestão sustentável.
  • Elaboração de folhas de cálculo, utilizando fórmulas na resolução de operações fundamentais da área económico-financeira
  • Estrutura de um balanço: distinção entre activo, passivo e capital próprio, bem como entre os variados elementos patrimoniais
  • A dinâmica patrimonial, a partir da elaboração de balanços sucessivos
  • Distinção entre balanço inicial e final e desenvolvimento de modelos de previsão/simulação, com vários cenários, orientados para uma gestão sustentável


Conteúdos matemáticos fundamentais para a gestão corrente de unidades produtivas e seu crescimento sustentável
Conceitos-chave: decisão optimal, função, taxa de variação instantânea, taxa de variação média, programação linear.
  • Contributo da matemática para a tomada de decisões optimais, assim como as suas limitações
  • Utilização de estudos gráfico, numérico e analítico de funções no cálculo da relação receitas/despesas, ao longo do tempo
  • Conceitos de taxa de variação instantânea e taxa de variação média num intervalo
  • Resolução numérica, graficamente e com recurso a programas computacionais (na folha de cálculo) de problemas de programação linear


Áreas do Saber: Economia, Contabilidade, Antropologia, Matemática.

terça-feira, 17 de fevereiro de 2009

Exemplo de comentário: Número de condenados e arguidos

A observação do número de condenados e arguidos serve de indicador do nível de conflitualidade na sociedade portuguesa.

Observando o gráfico verifica-se uma redução quer dos arguidos, quer dos condenados de 1960 a 1974. Recordando que 1960 correspondeu ao recrudescimento da mobilização militar para o Ultramar e simultaneamente a uma aceleração da emigração para a Europa, factores que justificam a redução da importância da população activa, aqui teremos explicações para a redução do número dos arguidos e dos condenados.

Após 1975 estes números sobem, particularmente no que diz respeito aos arguidos. A desmobilização militar, o regresso de meio milhão de retornados, a expulsão dos emigrantes portugueses dos países europeus onde se encontravam na sequência do 1º choque petrolífero (1973) e o facto de Portugal se ter tornado um destino de imigrantes nas décadas de 80 e 90, bem como o aumento da literacia e a maior consciência cívica terão levado mais portugueses a procurar resolver os seus conflitos na Justiça. A discrepância entre o número de arguidos e o número de condenados evidencia a lentidão da máquina judicial.

Tendo em consideração que Portugal seria culturalmente bastante homogéneo em 1960, seria aceitável uma maior litigância hoje perante a diversidade de culturas, mas os processos que entram em tribunal e simplesmente prescrevem porque foram ultrapassados todos os prazos constitui por si a mais grave negação da justiça.

As tecnologias da informação não estão ainda integradas no ambiente de trabalho dos juízes, que vivem atafulhados em papelada, mas por exemplo, a banalização de minutas modelo de reclamação pela Internet já permite a pessoas com poucos conhecimentos de Direito o exercício dos seus direitos de cidadania, o que por si é outro factor que faz subir os indicadores de litigância.



A população encarcerada em Portugal situa-se um pouco abaixo da média da OCDE. Porém, devemos observar que o valor médio não é muito exigente, porque alguns países têm elevado número de prisioneiros por motivos políticos: Estados Unidos, Federação Russa, África do Sul e Chile. A generalidade dos países desenvolvidos tem menos população encarcerada que Portugal, gerindo o seu sistema de justiça como maior eficiência, porque não necessitam tanto de prisões.

Este comentário poderá ser melhorado com recurso a dados mais actualizados.

Dados Utilizados: Tabela 9.09 da Situação Social em Portugal, 60-99.

Ficheiro de trabalho Excel 2007 (Acesso reservado)

População encarcerada por 100.000 habitantes, OCDE FactBook 2008.

Ficheiro de trabalho do Excel 97 (Acesso reservado)

quinta-feira, 29 de janeiro de 2009

Portugal: um retrato social

A Unidade 6 oferece oportunidade para abordar estes temas, integrando o DR4 de referência, Mobilidades Locais e Globais, e o DR3, Administração, Segurança e Território.

  • Esta série é um retrato da sociedade e dos portugueses na actualidade, resultado de um processo de transformações recentes e muito rápidas. Uma velha nação e um antigo Estado, na origem de uma população com forte sentido de identidade, conheceram, nas últimas décadas do século XX, um período de mudança muito intensa, sobretudo em consequência de factores externos, como a emigração, a integração europeia, a abertura económica e o turismo. A fundação da democracia teve também efeitos importantes. Estas transformações estão na origem de alterações de comportamentos e das estruturas sociais, visíveis nos diversos sectores e áreas da vida colectiva, na demografia, na saúde, na educação, no trabalho e nas relações entre as classes, as gerações e as regiões. A sociedade portuguesa é hoje aberta e plural.
    RTP
António Barreto é coordenador do projecto A SITUAÇÃO SOCIAL EM PORTUGAL, 1960-1999 cujos livros poderá consultar na Biblioteca da Escola. Os mesmos dados encontram-se disponíveis em formato digital no blogue Estatística Descritiva. Para fazer comparações internacionais utilize o OCDE FactBook Main Economic Indicators - OCDE http://dx.doi.org/10.1787/22195009

Gráficos e Excel Textos Utilize os dados estatísticos, os vídeos, os textos, informação recolhida noutros sites - seguir links estatísticos - e construa 10 gráficos com comentários pertinentes. Tome este gráfico como modelo. (NOTA: Os 10 gráficos podem referir-se ao mesmo tema ou a assuntos diferentes.) 1. GENTE DIFERENTE. Quem somos, quantos somos e como vivemos
2. GANHAR O PÃO. O que fazemos
3. O FIM DA SOCIEDADE RURAL
4. NÓS E OS OUTROS. Uma sociedade plural
5. CIDADÃOS
6. IGUALDADE E CONFLITO. As relações sociais
7. UM PAÍS COMO OS OUYROS. Uma sociedade europeia

Núcleo Gerador: Urbanismo e Mobilidade Dimensões das Competências: Tecnologia e Sociedade Domínios de Referência: DR3/4 – Administração, Segurança e Território / Mobilidades Locais e Globais Elementos de Complexidade: Tipo I, II e III