domingo, 29 de março de 2009

Visita à Hemeroteca Municipal de Lisboa

Proposta de Actividade Integradora


A visita de estudo à Hemeroteca Digital (HD) visa dar a conhecer os serviços e colecção que os alunos poderão encontrar na Hemeroteca Municipal de Lisboa (HML), demonstrando o interesse das bibliotecas e das TIC no desenvolvimento do seu trabalho escolar.

Observe que o site assume a humildade de se dizer em construção.

Descobrirá na HD algumas publicações periódicas de inegável valor histórico e cultural, visto que A Digitalização do Acervo Documental da Hemeroteca Municipal de Lisboa se confunde com a própria história dos computadores.



1. Apresente a missão da HML.

2. Leia o no texto Instrucção Pública, Backup escrito em 1850.
Indique a grafia actual de 20 palavras e enuncie uma regra genérica na evolução do português escrito.

3. Analise os valores implícitos no texto Instrucção Pública.
Aponte algumas razões para a não adopção pelo Governo do Methodo portuguez Castilho (Methodo de Leitura Repentina).

4. Mostre que as técnicas de digitalização dos documentos acompanham a história da computação.

5. Faça um link para um documento da Colecção da HD.
Associe-lhe um comentário breve.

6. Indique algumas vantagens da deslocação física à Hemeroteca, comparativamente à utilização dos serviços em linha.




Links para próximas Actividades Integradoras

Urbanismo e Mobilidade - STC_6 - Outros tópicos

Outros Temas para Urbanismo e Mobilidade
  • A casa do futuro (ver recurso)
  • A casa ecológica (ver recurso)
  • Agricultura em arranha-céus (ver recurso)
  • Central Solar Fotovoltaica da Amareleja (ver recurso)
  • Instituto da Água e a regulamentação sobre os nitratos de origem agrícola (ver recurso)
  • O impacto do desaparecimento das abelhas (ver recurso)
  • The Latest Tech (ver recurso)


O Google Maps criou um novo conceito de mapa, uma base de dados georeferenciada onde cada um de nós pode introduzir mais informação, aumentando a utilidade da ferramenta com o crescente número de utilizadores.









Núcleo Gerador: Urbanismo e Mobilidade
Dimensões das Competências: Sociedade, Tecnologia e Ciência
Domínios de Referência: DR1/2/3/4 – Construção e Arquitectura / Ruralidade e Urbanidade / Administração, Segurança e Território / Mobilidades Locais e Globais
Elementos de Complexidade: Tipo I, II e III

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009

Referencial de Formação STC_4


Relações Económicas


Resultados de Aprendizagem
  • Organiza orçamentos familiares, tendo em conta a influência dos impostos e os produtos e serviços financeiros disponíveis.
  • Aplica princípios de gestão de recursos na compreensão e melhoria do funcionamento de organizações produtivas (públicas ou privadas).
  • Perspectiva a influência dos sistemas monetários e financeiros na economia e na sociedade.
  • Compreende os impactos dos desenvolvimentos sociais, tecnológicos e científicos, nos usos e gestão do tempo.


Conteúdos

Dimensão socio-antropológica da organização das actividades produtivas e sua relação com as estruturas culturais
Conceitos-chave: família, unidade de produção, unidade de consumo, modo de produção, matriz cultural, tempo, modernidade.

  • Diferentes modelos de família, enquanto unidade de produção e de consumo, bem como os seus referentes históricos e culturais
  • Relação dos modos de produção com as estruturas e dinâmicas familiares em sociedades e épocas distintas
  • Matrizes culturais que permitem (e condicionam) o desenvolvimento dos sistemas económicos
  • O tempo enquanto construção social: a transformação radical da sua representação associada ao advento da modernidade


Dimensão económica das organizações produtivas e das sociedades
Conceitos-chave: consumo, poupança, rendimento, coeficiente orçamental, produtividade marginal, economia de escala, moeda, custo de produção.
  • O consumo e a poupança enquanto actos (económicos e sociais) de utilização dos rendimentos, reconhecendo diferentes tipos de consumo e de poupança nas sociedades contemporâneas
  • Evolução dos coeficientes orçamentais, relativamente à evolução dos níveis de rendimento
  • Cálculo dos valores relativos à evolução da produção total e da produtividade marginal, em função das variações do factor trabalho
  • Definição de economias de escala, explicitando-se os factores que as podem originar ou bloquear
  • A importância da moeda no desenvolvimento económico, relacionando a evolução tecnológica com o processo de desmaterialização da moeda
  • Distintos custos de produção, incluindo a variável tempo e explorando situações para os optimizar


Técnicas contabilísticas elementares para a gestão de unidades produtivas e de agrupamentos familiares
Conceitos-chave: folha de cálculo, balanço contabilístico, activo, passivo, capital próprio, elemento patrimonial, dinâmica patrimonial, gestão sustentável.
  • Elaboração de folhas de cálculo, utilizando fórmulas na resolução de operações fundamentais da área económico-financeira
  • Estrutura de um balanço: distinção entre activo, passivo e capital próprio, bem como entre os variados elementos patrimoniais
  • A dinâmica patrimonial, a partir da elaboração de balanços sucessivos
  • Distinção entre balanço inicial e final e desenvolvimento de modelos de previsão/simulação, com vários cenários, orientados para uma gestão sustentável


Conteúdos matemáticos fundamentais para a gestão corrente de unidades produtivas e seu crescimento sustentável
Conceitos-chave: decisão optimal, função, taxa de variação instantânea, taxa de variação média, programação linear.
  • Contributo da matemática para a tomada de decisões optimais, assim como as suas limitações
  • Utilização de estudos gráfico, numérico e analítico de funções no cálculo da relação receitas/despesas, ao longo do tempo
  • Conceitos de taxa de variação instantânea e taxa de variação média num intervalo
  • Resolução numérica, graficamente e com recurso a programas computacionais (na folha de cálculo) de problemas de programação linear


Áreas do Saber: Economia, Contabilidade, Antropologia, Matemática.

terça-feira, 17 de fevereiro de 2009

Exemplo de comentário: Número de condenados e arguidos

A observação do número de condenados e arguidos serve de indicador do nível de conflitualidade na sociedade portuguesa.

Observando o gráfico verifica-se uma redução quer dos arguidos, quer dos condenados de 1960 a 1974. Recordando que 1960 correspondeu ao recrudescimento da mobilização militar para o Ultramar e simultaneamente a uma aceleração da emigração para a Europa, factores que justificam a redução da importância da população activa, aqui teremos explicações para a redução do número dos arguidos e dos condenados.

Após 1975 estes números sobem, particularmente no que diz respeito aos arguidos. A desmobilização militar, o regresso de meio milhão de retornados, a expulsão dos emigrantes portugueses dos países europeus onde se encontravam na sequência do 1º choque petrolífero (1973) e o facto de Portugal se ter tornado um destino de imigrantes nas décadas de 80 e 90, bem como o aumento da literacia e a maior consciência cívica terão levado mais portugueses a procurar resolver os seus conflitos na Justiça. A discrepância entre o número de arguidos e o número de condenados evidencia a lentidão da máquina judicial.

Tendo em consideração que Portugal seria culturalmente bastante homogéneo em 1960, seria aceitável uma maior litigância hoje perante a diversidade de culturas, mas os processos que entram em tribunal e simplesmente prescrevem porque foram ultrapassados todos os prazos constitui por si a mais grave negação da justiça.

As tecnologias da informação não estão ainda integradas no ambiente de trabalho dos juízes, que vivem atafulhados em papelada, mas por exemplo, a banalização de minutas modelo de reclamação pela Internet já permite a pessoas com poucos conhecimentos de Direito o exercício dos seus direitos de cidadania, o que por si é outro factor que faz subir os indicadores de litigância.



A população encarcerada em Portugal situa-se um pouco abaixo da média da OCDE. Porém, devemos observar que o valor médio não é muito exigente, porque alguns países têm elevado número de prisioneiros por motivos políticos: Estados Unidos, Federação Russa, África do Sul e Chile. A generalidade dos países desenvolvidos tem menos população encarcerada que Portugal, gerindo o seu sistema de justiça como maior eficiência, porque não necessitam tanto de prisões.

Este comentário poderá ser melhorado com recurso a dados mais actualizados.

Dados Utilizados: Tabela 9.09 da Situação Social em Portugal, 60-99.

Ficheiro de trabalho Excel 2007 (Acesso reservado)

População encarcerada por 100.000 habitantes, OCDE FactBook 2008.

Ficheiro de trabalho do Excel 97 (Acesso reservado)

quinta-feira, 29 de janeiro de 2009

Portugal: um retrato social

A Unidade 6 oferece oportunidade para abordar estes temas, integrando o DR4 de referência, Mobilidades Locais e Globais, e o DR3, Administração, Segurança e Território.

  • Esta série é um retrato da sociedade e dos portugueses na actualidade, resultado de um processo de transformações recentes e muito rápidas. Uma velha nação e um antigo Estado, na origem de uma população com forte sentido de identidade, conheceram, nas últimas décadas do século XX, um período de mudança muito intensa, sobretudo em consequência de factores externos, como a emigração, a integração europeia, a abertura económica e o turismo. A fundação da democracia teve também efeitos importantes. Estas transformações estão na origem de alterações de comportamentos e das estruturas sociais, visíveis nos diversos sectores e áreas da vida colectiva, na demografia, na saúde, na educação, no trabalho e nas relações entre as classes, as gerações e as regiões. A sociedade portuguesa é hoje aberta e plural.
    RTP
António Barreto é coordenador do projecto A SITUAÇÃO SOCIAL EM PORTUGAL, 1960-1999 cujos livros poderá consultar na Biblioteca da Escola. Os mesmos dados encontram-se disponíveis em formato digital no blogue Estatística Descritiva. Para fazer comparações internacionais utilize o OCDE FactBook Main Economic Indicators - OCDE http://dx.doi.org/10.1787/22195009

Gráficos e Excel Textos Utilize os dados estatísticos, os vídeos, os textos, informação recolhida noutros sites - seguir links estatísticos - e construa 10 gráficos com comentários pertinentes. Tome este gráfico como modelo. (NOTA: Os 10 gráficos podem referir-se ao mesmo tema ou a assuntos diferentes.) 1. GENTE DIFERENTE. Quem somos, quantos somos e como vivemos
2. GANHAR O PÃO. O que fazemos
3. O FIM DA SOCIEDADE RURAL
4. NÓS E OS OUTROS. Uma sociedade plural
5. CIDADÃOS
6. IGUALDADE E CONFLITO. As relações sociais
7. UM PAÍS COMO OS OUYROS. Uma sociedade europeia

Núcleo Gerador: Urbanismo e Mobilidade Dimensões das Competências: Tecnologia e Sociedade Domínios de Referência: DR3/4 – Administração, Segurança e Território / Mobilidades Locais e Globais Elementos de Complexidade: Tipo I, II e III

terça-feira, 20 de janeiro de 2009

Como surfar rapidamente na Internet?

A Internet disponiza tanta informação, que é natural que surja a questão:

- Como posso aceder rapidamente à informação?

Uma parte da resposta passará certamente pela utilização de feeds RSS. No fundo, em vez de irmos aos sites verificar quanto têm informação nova, recebemos os novos posts num leitor de news, como se mostra no vídeo abaixo.



Outra das formas de ler a Web e os Mass Media consiste em utilizar agregadores de news como o Google News ou o AllTop.

Mas eu descobri uma forma mais rápida ainda de surfar na web: Basta deixar de fazer blogues ;)


1. Problematize os problemas de natureza legal que se têm levantado aos agregadores.

2. Discuta a pluralidade de modos de surfar a Web e de aceder à diversidade de fontes de informação hoje disponíveis.

3. Comente a "solução" sublinhada.



Núcleo Gerador: Redes de Informação e Comunicação
Dimensões das Competências: Sociedade
Domínios de Referência: DR3 – Mass Media
Elementos de Complexidade: Tipo I, II e III

terça-feira, 13 de janeiro de 2009

Twitter – O meio é a mensagem?

Como é possível dois utilizadores experientes como João Pedro Pereira e Paulo Querido revelarem opiniões tão contratantes sobres a mesma ferramenta. Para o SocialMediaClub o Twitter é bom para promover a associação entre as pessoas e a sua participação em eventos.

Discuta prós e contras desta ferramenta.


Seguem-se dois vídeos para mostrar brevemente como o Twitter funciona. O primeiro é mais genérico.



O segundo video mostra aspectos mais práticos.




Para abrir conta seleccionar SIGN UP em http://twitter.com


Ficará depois com uma página do Twitter com o endereço http://twitter.com/username

Envie o seu endereço do Twitter por e-mail para g10efa@yahoogroups.com para encontrar facilmente os seus colegas. Ou alternativamente siga a conta do professor em http://twitter.com/netodays.

Experimente indicar aos seguidores páginas e vídeos interessantes, descrevendo o seu conteúdo em 140 caracteres e indicando o respectivo endereço. Para isso precisará de encurtar as respectivas URLs, para o que existem múltiplos serviços. Escreva shorten url no Google para os descobrir.

http://goo.gl/ é serviço de encurtamento de URLs do Google. Oferece estatísticas dos links.




Núcleo Gerador: Redes de Informação e Comunicação
Dimensões das Competências: Sociedade, Tecnologia
Domínios de Referência: DR3/4 – Mass Media/Internet
Elementos de Complexidade: Tipo I, II e III