terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Revolução digital - TED - O sexto sentido da tecnologia

Muita gente só vê no texto digital a facilidade apagar/alterar.

De facto é necessário criar mecanismos que nos permitam desfrutar das suas potencialidades, mas estará para breve. Quando vamos às compras, não dá jeito estar a pesquisar no telemóvel os preços e as características dos produtos, mas um dispositivo que utilizasse a informação armazenada nas bases de dados e a projectasse sobre o produto seria extremamente útil... ir ao cinema e projectar sobre os cartazes as estrelas do EXPRESSO ou do PÙBLICO e mostrar trailers da Internet proporcionaria outra base de escolha... escolher um livro lendo as críticas públicas e as dos amigos seria uma experiência diferente... ligar toda a informação pública sobre trânsito permite desenhar os trajectos mais rápidos...

E a privacidade? Imaginem que no momento em que conhecem um futuro amigo(a)/namorado(a) são projectadas sobre o seu corpo as palavras mais frequentes na tag cloud do seu blogue pessoal... Estas expressam as suas preocupações sem ter dito uma palavra, mas este conhecimento "à pressão" é muito controverso. Muitas vezes chegam às turmas alunos novos sobre os quais os professores não têm qualquer informação, mas cujo historial se encontra na base de dados da secretaria. Imaginem que seria possível aceder a esse historial apontando para a testa de cada um... Se as finanças pudessem aceder ao histórico fiscal e bancário com igual facilidade... etc. estaríamos ou não perante uma verdadeira revolução, não apenas tecnológica, mas nos hábitos, atitudes e comportamentos?



http://www.youtube.com/watch?v=YVvJw4FJmUU

1. Reflicta sobre as possibilidades e os riscos resultantes da integração da informação digital sobre o seu quotidiano.

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

O conceito de "amigo" nas redes sociais

Convidar “amigos” para a nossa rede não implica à partida (embora também não exclua) a existência de uma amizade prévia. Nem implica a pretensão de a estabelecer. Quando muito, é uma porta que se abre — ler alguém, episódica ou repetidamente, pode levar à descoberta de alguém com um interesse temático coincidente.

1. Reflicta sobre o conceito de "amigo" nas redes sociai

Web 2.0 - A máquina somos nós

Web 2.0 - A máquina somos nós, sugere que a utilização de texto/imagem digital não está apenas ligando informações, mas também pessoas.

As novas modalidades de partilha de dados obrigam a repensar algumas coisas: o copyright, a autoria, a identidade, a ética, a estética, a retórica, a governança, a privacidade, o comércio, o amor, a família, nós mesmos.

1. Reflicta sobre a importância da utilização do texto digital como factor de integração social.
2. Problematize um dos pontos a “repensar”.



http://www.youtube.com/watch?v=NJsacDCsiPg

sábado, 23 de outubro de 2010

Aplica princípios de gestão de recursos na compreensão e melhoria do funcionamento de organizações produtivas (públicas ou privadas)

A gestão de recursos na administração pública não é um mero exercício técnico, mas encontra-se subordinado a opções políticas e correntes ideológicas. Podemos simplificar este debate distinguindo desde o final da II Grande Guerra duas posições doutrinárias distintas:

- os liberais sempre têm defendido que o Estado deveria reduzir ao mínimo a sua participação na actividade económica, porque os preços são estabelecidos mais eficientemente pela Mão Invisível (Adam Smith);


- os keynesianos julgaram que com o seu modelo teórico tinham dotado os Estados de uma ferramenta que lhes permitiria ultrapassar todas as crises. Por exemplo, uma situação de desemprego e recessão na economia poderia ser facilmente ultrapassada com um aumento da despesa pública (G), que aumentaria a procura agregada (AD), atingindo as economias maiores níveis de produção, rendimento (Y) e emprego... com taxas de juro (i) inferiores...


O vídeo abaixo explica a morte e ressurreição da teoria keynesiana na explicação da crise espanhola e europeia, argumentos que também se aplicam à economia portuguesa.


A IMPORTÂNCIA DA ESTATÍSTICA NO PENSAMENTO ECONÓMICO
i. Paralelamente ao desenvolvimento da receita para controlar os ciclos económicos a curto prazo, que os economistas acreditam ter descoberto através do modelo keynesiano, que se tornou relevante para o estabelecimento da política económica, criaram a informação económica, designadamente através dos sistemas de contabilidade nacional.

ii. Planificação indicativa dos grandes investimentos públicos.

iii. Em 1950-1975 registou-se um esforço para unificar o debate económico e social em torno de uma linguagem comum (plano, macroeconomia keynesiana, crescimento, contabilidade nacional, sociologia das desigualdades sociais e dos seus indicadores estatísticos, negociações colectivas apoiadas pelo Estado entre o patronato e os sindicatos, sobre os salários inscritos nas grelhas convencionais, sistema redistributivo e protecção social).

iv. Foi igualmente criada uma linguagem antes inexistente, (PIB, procura interna, inflação, desemprego,..) relativamente coerente, pela via do vocabulário e das ferramentas estatísticas.

v. Os indicadores económicos passam a integrar-se na rede das representações comuns, e então, deste ponto de vista tornam-se realidades.

vi. De facto a realidade de um objecto depende da extensão e da robustez da rede mais larga dos objectos na qual está inscrito.

vii. Esta linguagem foi difundida através das universidades, e depois no ensino secundário.

viii. No fim dos anos 1970, as redes de equivalência conduziram às de totalizações políticas e estatísticas demolindo-se a si mesmas parcialmente, porque os modelos econométricos se revelaram frequentemente incapazes de prever as tensões e as crises. Seria previsível a de 1973?

ix. A paragem do crescimento tornou mais difícil a reunião dos parceiros sociais para debaterem os efeitos da crise, que a divisão dos benefícios.

x. Nas economias abertas não funcionam os modelos keynesianos, válidos nas autarcias, porque o aumento da procura se reparte pelo mundo.

xi. Esta plataforma de pensamento disseminado, é (talvez) ainda a única, que nos permite discutir e pensar o mundo social... porque temos que utilizar os seus indicadores!

O actual debate do Orçamento de Estado para 2011 parece resumir-se a  meras "questões técnicas" num cenário de inevitabilidade porque entretanto se esfumaram as diferenças doutrinárias entre liberais e keynesianos. Além disso, desde finais dos anos 80 que nenhum economista se atreve a defender a gestão de recursos sob a lógica do modelo socialista, sendo a queda do muro de Berlim (1989) um possível marco do triunfo do Capitalismo inquestionável à escala global.

Como o modelo socialista não constitui alternativa ao modelo capitalista, os keynesianos não constituem alternativa aos liberais, as "falhas do capitalismo" parecem sistémicas e inevitáveis. Mais, estas "falhas" desacreditam os próprios economistas e a teoria económica, legitimando que cada um possa apresentar sugestões para os problemas económicos baseando-se no seu bom senso e em juízos morais. (Exemplo)

Provocação: Lucros do BCP terão subido 26% nos primeiros nove meses do ano / Esta carta foi direccionada ao banco BES, porém devido à criatividade com que foi redigida, deveria ser direccionada a todas as instituições financeiras

Apesar das falhas que o sistema Capitalista evidencia, particularmente desde a crise de 2008, alguns princípios de gestão de recursos parecem inquestionáveis. Exemplo: Lei das economias de escala:  Dentro de determinados limites, à medida que aumenta o nível de produção, os custos unitários baixam.

Quando o volume de produção aumenta, podem existir economias em edifícios, equipamentos, administração, vendas, publicidade, etc. Uma vez que os custos fixos passaram a ser distribuídos por maior volume de produção, os custos unitários baixaram.

No limite, para volumes elevados da produção, quando os custos fixos unitários (CF/Q) tendem para zero, o custo unitário aproxima-se do custo variável unitário (CV/Q). Por outras palavras, o custo unitário aproxima-se do valor dos inputs necessários à sua produção: matérias-primas, mão-de-obra directa, energia, etc.
A lei das economias escala explica, por exemplo, que para conseguir obter custos suficientemente competitivos (baixos), as empresas precisam de ter uma dimensão crítica (produzir acima de determinado volume), ou não terão hipótese de se manter num mercado concorrencial.

É hoje consensual que o período de Governação de Cavaco Silva (1985/95) foi uma oportunidade perdida irrepetível de Portugal se integrar plenamente na União Europeia, pois beneficiou de volumosos recursos financeiros que não financiaram as necessárias alterações estruturais da economia. Desperdiçaram-se os recursos financiando importações, criou-se um padrão de consumo privado e de despesa pública que só eram possíveis recorrendo ao crédito. Cavaco Silva pode ser apontado como o pai da nossa dívida pública e do nosso défice orçamental, visto que estes indicadores não teriam expressão anteriormente.


Como poderá a Europa libertar-nos da pobreza?


Uma perspectiva de Portugal do Contexto da União Europeia em imagens

1. Verifique que o desenvolvimento da linguagem da gestão de recursos se encontra indissociavelmente associada ao seu (in)sucesso.

2. Distinga o modelo capitalista do modelo socialista quanto à gestão de recursos financeiros e humanos.

3. Justifique a concentração económica em Grandes Grupos que dominam as actividades. Refira alguns exemplos.

4. Verifique que o sucesso do modelo keynesiano surgiu da esperança em responder às crises do sistema capitalista. Mostre recorrendo à discussão do Orçamento de Estado para 2011 que este modelo foi abandonado. Justifique.

5. Discuta a aparente inevitabilidade de condenação de Portugal como país periférico - após o esbanjamento dos fundos comunitários - considerando os seguintes aspectos: dimensão da economia; espírito de iniciativa dos empresários portugueses; ausência de um quadro normativo e moral favorável ao desenvolvimento; fragilidade das infra-estruturas; o reduzido investimento em inovação, investigação e desenvolvimento; a incapacidade do sistema judicial; o distanciamento do sistema político; outros factores que considere relevantes.

6. Apresente algumas críticas que as pessoas têm feito aos problemas económicos baseadas na simples bom senso e/ou nos valores morais. Pronuncie-se quanto ao impacto da sociedade da Informação no desenvolvimento deste tipo de juízos.





Núcleo Gerador: Relações Económicas
Dimensões das Competências: Sociedade, Tecnologia e Ciência
Domínios de Referência: DR2 Gestão de Recursos
Elementos de Complexidade: Tipo I, II e III

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

Previne patologias, tomando em consideração a evolução das realidades sociais, científicas e tecnológicas

Os especialistas não chegaram ainda a acordo sobre os o significado dor termos "saúde" ou "doença", pelo que podemos aceitar que um "desvio em relação ao que é considerado normal e que constitui doença" (ver patologia no dlpo)


  • Prevenção primária é o conjunto de acções que visam evitar a doença na população, removendo os factores causais, ou seja, visam a diminuição da incidência da doença. Tem por objectivo a promoção de saúde e protecção específica.

    São exemplos a vacinação, o tratamento de água para consumo humano, a educação sobre os problemas decorrentes da postura inadequada, as acções para prevenir a infecção por HIV (como acções de educação para a saúde e/ou distribuição gratuita de preservativos, ou de seringas descartáveis aos toxicodependentes).
    http://pt.wikipedia.org/wiki/Prevenção_primária

O Relatório da OMS de 2008 sobre a Saúde Mundial, destaca a importância da prevenção das patologias: "Cuidados de Saúde Primários: Agora mais do que nunca".

A OMS apresenta Portugal como caso de sucesso na implementação de uma rede de Cuidados Primários:


  • Portugal: Cuidados de Saúde primária em Acção

    Portugal encontra-se entre os países do Mundo mais bem sucedidos na redução da mortalidade

    A esperança de vida à nascença situa-se agora 9,2 anos acima do que era há 30 anos, graças a um dos mais consistentemente bem-sucedidos desempenhos do Mundo na redução da mortalidade.

    Desde meados da década de 1970, as taxas de mortalidade infantil diminuíram para metade de oito em oito anos para chegar a três por 1000 em 2006, a par com os níveis do resto da Europa ocidental, caindo mais de 40 desde 1975.

    O sucesso de Portugal é o resultado do desenvolvimento de uma rede de cuidados primários em todo o país (...)
    http://www.who.int/whr/2008/media_centre/portugal.pdf

Percebe-se facilmente que os custos associados à prevenção são muitos inferiores aos dos tratamentos, pelo que é interessante ler o documento sete razões chave que justificam a manutenção da imunização como prioridade (inglês). Uma das razões que afasta as pessoas dos documentos das organizações internacionais é o facto de não estarem publicados em língua portuguesa, mas as traduções do Google resolvem parcialmente o problema.

Mesmo entre os sites não oficiais, alguns parecem oferecer algumas garantias, como aquele em poderá consultar o ESQUEMA CRONOLÓGICO DE VACINAÇÃO RECOMENDADO EM PORTUGAL.

Muitas doenças já se encontram razoavelmente cobertas por sites específicos como poderá observar em http://www.sitesmaisuteis.pt/doencas_patologias.php. Certamente nunca foi tão aberta a discussão pública das patologias, entre doentes, profissionais, familiares e público em geral.

A Internet permite a abertura da discussão a toda a comunidade, mas também é uma ferramenta indispensável para a troca de informações entre especialistas, e muitas notícias apenas terão credibilidade se devidamente fundamentadas, em fóruns de especialistas:


O Ministério da Saúde organizou a informação na Internet no Portal da Saúde, com muitas áreas de interesse para consulta, como por exemplo, o que poderá fazer para prevenir certos tipos de doenças.

A Televisão e o vídeo na Internet têm sido canais utilizados com forte impacto sobre a população em algumas campanhas de prevenção das patologias. Apresentam-se abaixo vídeos das campanhas de prevenção do tabagismo, dos acidentes rodoviários e da SIDA.

Prevenção do Tabagismo



Prevenção dos Acidentes Rodoviários




Prevenção da SIDA

Powerpoint produzido na Escola





Os inegáveis progressos na saúde das populações dos Estados ocidentais são atribuíveis ao Estado Social, que muitos opinion makers colocam em causa desde a crise financeira de 2008. Questionam como é possível ser-se estudante até aos 20 anos e doente a partir dos 40, vivendo até aos 80? Uma realidade complexa, onde segundo a crónica de Miguel Sousa Tavares (.pdf)  - link para o EXPRESSOo prolongamento artificial da vida dos cidadãos obedece à lógica de maximização do lucro dos Hospitais.

Argumenta-se frequentemente que Portugal realiza despesas excessivas em saúde. Uma forma de concluir se serão excessivas consiste na comparação com outros países da Despesa em saúde relativamente ao PIB. (OMS)

Utilizando a informação  acima e outra que considere pertinente, independentemente do suporte: Internet, CD-ROM's, livros, artigos de jornais e revistas:

1.  Desenvolva a prevenção de patologias, tomando em consideração a evolução das realidades sociais, científicas e tecnológicas, centrando-se numa delas que editará na wiki abaixo:


2. Participe numa reflexão final sobre o trabalho proposto para este DR.

NOTA: Para dividir o trabalho, cada aluno (ou grupos de dois) deverão desenvolver uma patologia diferente na wiki. A reflexão final é trabalho conjunto da turma, sendo todos responsáveis por cada parágrafo.

3. Expresse um ponto de vista individual pertinente sobre a temática deste DR que não tenha tido ocasião de desenvolver nos pontos anteriores. Escreva-o numa página da wiki com o seu nome.





Núcleo Gerador: Saúde
Dimensões das Competências: Sociedade, Tecnologia e Ciência
Domínios de Referência: DR 4 – Patologias e Prevenção
Elementos de Complexidade: Tipo I, II e III

segunda-feira, 12 de julho de 2010

Impacto social dos computadores em diversos contextos

Pode dizer-se que as comunicações rádio perderam hoje impacto na sociedade em detrimento das comunicações através do computador.

Utilizando o Livro Verde para a Sociedade da Informação refere-te ao impacto dos computadores nas diversas áreas do quotidiano.

Cópia .rtf do Livro Verde para a Sociedade da Informação




Núcleo Gerador: Redes de Informação e Comunicação
Dimensões das Competências: Sociedade, Tecnologia
Domínios de Referência: DR1 – Computador
Elementos de Complexidade: Tipo I, II e III

segunda-feira, 26 de abril de 2010

O poder dos media sociais

O vídeo abaixo apresenta uma números impressionantes sobre o poder dos media sociais.


http://www.youtube.com/watch?v=7IWnmgOZf5A

  • As redes sociais ultrapassaram a pornochanchada como 1ª actividade da Web.
  • 1 em cada 8 casais que casaram no último ano, nos EUA, conheceram-se via redes sociais.
  • Para alcançar 50 milhões de utilizadores a rádio demorou 38 anos, a TV 13 anos, a TV por cabo 10 anos, a Internet 4 anos, o IPod 3 anos e o Facebook adicionou 100 milhões de utilizadores em menos de 9 meses (se o Facebook fosse um país, seria o 4º maior em população).
  • O download de aplicativos para o IPod atingiu mil milhões (1) em 9 meses.
  • Se o FaceBook fosse um país seria o 4º mais habitado do Mundo, depois da China, Índia e EUA.
  • Os estudantes que trabalham online obtém, em média, melhores resultados que os que recebem instrução face-a-face.
  • Um em cada seis estudantes do ensino superior tem o seu curriculum online.
  • 80% das empresas estão a utilizar o Linkedln como a principal ferramenta para procurar empregados.
  • Ashton Kutcher e Ellen DeGeneres (actores) têm mais seguidores no Twitter do que a população inteira da Irlanda, Noruega e Panamá.
  • 80% do uso do Twitter é através de telemóveis que as pessoas actualizam de qualquer lugar, a qualquer hora. Imagina o que isto significa para más experiências dos clientes?
  • Geração Y (nascido a partir de 1975) e Z (nascido a partir de 1985) consideram o e-mail uma ferramenta ultrapassada.
  • O que acontece no Mundo fica no Twitter, no Orkut, no Bebo, no Flickr, no Digg, no MySpace, no YouTube,...
  • YouTube é o segundo maior motor de pesquisa do mundo e tem mais de 100.000.000 de vídeos.
  • Criado em 2004, o Flickr tem mais de 3,6 mil milhões (1) de imagens alojadas.
  • A Wikipedia tem mais de 13 milhões de artigos em mais de 270 línguas diferentes. 78% destes artigos não estão em inglês. Estudos mostram que é mais confiável que a Enciclopédia Britânica.
  • Existem mais de 200.000.000 de Blogues e 54% dos utilizadores dos blogues postam ou tweetam diariamente.
  • 70% dos indivíduos dos 18 aos 34 anos de idade têm visto TV na Web.
  • 24 dos 25 maiores jornais estão a passar por declínios recordes de circulação. Não procuramos mais pela notícia, a notícia é que nos encontra. Num futuro próximo não iremos mais procurar por produtos e serviços, eles é que nos irão encontrar através das redes sociais, os novos media.
  • As redes sociais não são uma moda, são uma mudança fundamental na maneira como nos comunicamos. Nos novos media sociais todos podem ter um papel activo.
(1) Como o autor é americano, devemos observar que o "bilião" americano representa 1.000 milhões para nós que seguimos a norma europeia. Sobre o tema escrevi explicação adicional aqui.
Fonte: @equalman


Reflicta sobre a verosimilhança dos dados apresentados no vídeo por Erik Qualman, tendo em consideração que este é uma forma de promover o seu livro Socialnomics: How Social Media Transforms the Way We Live and Do Business.
















Núcleo Gerador: Saberes Fundamentais
Dimensões das Competências: Sociedade, Tecnologia e Ciência
Domínios de Referência: DR4 – Estabilidade e Mudança
Elementos de Complexidade: Tipo I, II e III

segunda-feira, 1 de março de 2010

Interpreta as transformações ambientais ao longo dos tempos, sob diferentes pontos de vista, incluindo as suas consequências nas dinâmicas sociais

É indiscitível que o efeito de estufa se acelerou devido às actividades irresponsáveis do Homem.




Al Gore é sobejamente conhecido pelos seus alertas acerca da VERDADE INCONVENIENTE.


Carl Sagan é outro especialista que nos alerta para o mesmo fenómeno.



Podemos fazer alguma coisa?


Há cientistas que chamam a atenção para determinadas explicações simplistas do aquecimento global, pelo cidadão comum, fazendo analogias com os sistemas que conhece, em vez de aprofundar o conhecimento científico requerido (mais complexo). Estas explicações simplistas não passarão de mitos, segundo estes. Outros cientistas afirmam categoricamente a necessidade de realizar um "Consumo Sustentável como um Vector de Mitigação das Alterações Climáticas".


Creio que as evidências...


... são suficientes para perceber que se não mudarmos de rumo...

Fonte: http://chartsbin.com/view/upz
... isto é, se a temperatura da Terra continuar a subir como deste a época pré-industrial, só poderemos esperar por um 2012.



Que pode fazer cada um de nós? Já calculou a sua pegada de carbono?

Este é um problema que não podemos resolver individualmente, exige concertação política a nível global, mas dos políticos recentemente reunidos na Cimeira de Copenhaga apenas surgiu um acordo entre os Estados Unidos da América, a Índia, China, Brasil e África do Sul para ignorarem todos os alertas da comunidade científica e da sociedade civil, colocando as "necessidades de produção" das suas economias acima da preservação do Planeta. (Ver http://copenhaga.blogs.sapo.pt/ e Copenhaga Solução-Titanic)




Outros recursos


1. Explore a Internet documentando-se sobre as alterações climáticas, aprofundando os tópicos que considera mais interessantes. Apresente os endereços web dos sites que utilizar.

2. Discuta na wiki:


... com os seus colegas os critérios que deverá observar um site que irá consultar regularmente, para se manter informado sobre o tema central do DR4: alterações climáticas.
A turma deverá chegar a um consenso quanto ao site escolhido e aos critérios de avaliação dos sites.





Núcleo Gerador: Sistemas Ambientais
Dimensões das Competências: Sociedade, Tecnologia e Ciência
Domínios de Referência: DR 4 – CO2
Elementos de Complexidade: Tipo I, II e III

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

Diagnostica as tensões institucionais entre o desenvolvimento e a sustentabilidade, relativamente à exploração e gestão de recursos naturais

A tensão entre o desenvolvimento e a sustentabilidade é bem evidente no conceito de desenvolvimento sustentado, "normalmente definido como o desenvolvimento que procura satisfazer as necessidades da geração actual, sem comprometer a capacidade das gerações futuras de satisfazerem as suas próprias necessidades".

1. Este conceito de desenvolvimento é recente. Situa-o historicamente recorrendo aos recursos de uma editora escolar. (Sugestão: Infopédia)

2. Volta a situar historicamente o conceito recorrendo ao conhecimento social construído utilizando a Internet. (Sugestão: Wikipédia) Compara as duas respostas quanto à sua fundamentação, observando como se constrói hoje o conhecimento.

3. Verifica que antes da crise de 2008, Portugal aprovou a sua Estratégia Nacional de Desenvolvimento Sustentado até 2015, ENDS 2015, e respectivo Plano de Implementação, PIENDS. A Resolução do Conselho de Ministros nº 109/2007, de 20 de Agosto Backup deu origem ao site www.desenvolvimentosustentavel.pt que ainda se encontra em construção, porque muito provavelmente terá sido esquecido após a Crise Financeira de 2008.
Justifica a opção de esquecimento do PIENDS na economia portuguesa.

4. O desenvolvimento sustentável é da responsabilidade de todos.



Refira as responsabilidades das diferentes instituições - Estado/Governo, empresas, escola e famílias - relativamente à exploração e gestão dos recursos naturais.

5. Compare a atitude do Governo português com a do Governo brasileiro, que vai apresentando os resultados da sua estratégia de desenvolvimento num site, quantificando as metas em relação aos Objectivos de Desenvolvimento do Milénio.

6. "Espanha tem interesses contraditórios aos de Portugal e beneficia do facto dos rios nascerem em Espanha, tendo vindo a diminuir significativamente as disponibilidades de água afluentes de Espanha nos últimos anos, face ao crescimento da utilização de água na parte espanhola das bacias hidrográficas. No futuro, as afluências de Espanha, bem como os escoamentos gerados em Portugal podem ainda vir a ser afectados em consequência da crescente derivação de caudais em Espanha, das transferências de água entre bacias hidrográficas e das mudanças climáticas".
Fonte: http://www.confagri.pt/Ambiente/AreasTematicas/Agua/TextoSintese/Antecedentes/
Discuta a relevância da gestão da água para a sociedade portuguesa no quadro da dependência de Espanha e das alterações climáticas, com normas ditadas pela UE.

7. Verifique que a gestão da água é potencialmente geradora de conflitos entre as instituições, tendo em consideração: (Lei da Água)
- as diferentes instituições que participam na gestão da água num determinado município, com áreas de intervenção e poderes específicos;
- os focos de tensão que emergem de um determinado contexto de gestão da água (exemplo: relação Portugal/Espenha, ie., contexto ibérico);
- algumas potencialidades e fragilidades dos vários modelos de gestão da água: públicos, privados ou mistos.

Outros recursos





Núcleo Gerador: Sistemas Ambientais
Dimensões das Competências: Sociedade, Tecnologia e Ciência
Domínios de Referência: DR 3 – A água
Elementos de Complexidade: Tipo I, II e III

segunda-feira, 11 de janeiro de 2010

Relações de poder e instâncias mediadoras na introdução e uso dos equipamentos e sistemas técnicos

Os técnicos de Marketing costumam definir quatro fases no ciclo de vida de um produto: introdução, crescimento, maturidade e declínio. A sociedade de consumo encurta artificialmente o ciclo de vida dos produtos porque a produção se orienta pela lógica da maximização dos lucros...



1. Relacione a obsolescência programada e a obsolescência perceptiva como processos de encurtamento do ciclo de vida dos produtos incompatíveis com o desenvolvimento sustentável.

2. Enquadre a descontinuação dos produtos na perspectiva da questão anterior.

3. Problematize estas questões tendo em consideração os Direitos do Consumidor.

4. A garantia dos equipamentos é assegurada pelos fabricantes independentemente dos vendedores. Refira o papel da garantia na defesa dos direitos do consumidor.

5. Os equipamentos têm registado uma evolução histórica no sentido de aproximação à satisfação das necessidades do homem. Refira-se à necessidade que as empresas têm de “escutar” os consumidores para melhorar os produtos.

6. Os produtos vão-se complexificando, exigindo do consumidor demasiados conhecimentos especializados que poucos têm paciência para adquirir. Por exemplo, a diversidade de lâmpadas no mercado é hoje enorme. Mostre que o conhecimento social é uma alternativa inteligente à impossibilidade de domínio técnico de todas as áreas.


7. Verifique que o desempenho de um equipamento ao longo de um certo período de tempo, depende de factores intrínsecos e de factores extrínsecos.

8. Em alguns equipamentos é importante que a sua fiabilidade seja de 100%, isto é, que estes não falhem durante o período de funcionamento. Apresente exemplos que mostrem que a tolerância de falhas varia com as situações.

9. Justifique a popularidade de sites relacionados com queixas dos consumidores.



Núcleo Gerador: Equipamentos - princípios de funcionamento
Dimensões das Competências: Sociedade, Tecnologia e Ciência
Domínios de Referência: DR 3 – Utilizadores, Consumidores e Reclamações
Elementos de Complexidade: Tipo I, II e III

quinta-feira, 12 de novembro de 2009

Equipamentos domésticos

Resultado de Aprendizagem 1 da Unidade 1
  • Opera com equipamentos e sistemas técnicos em contextos domésticos, identificando e compreendendo as suas normas de boa utilização e os seus diferentes utilizadores


Todos nós utilizamos diferentes sistemas técnicos sem necessidade de um professor para nos explicar como funciona.

No contexto doméstico, utilizamos equipamentos que nos facilitam a realização de tarefas domésticas (aspirador, máquinas de lavar roupa e loiça,...), equipamentos para conservar e confeccionar alimentos (frigorífico, arca de congelar, microondas, fogão,...), outros para lazer e entretenimento (TV, rádio, máquina fotográfica, aparelhagem...). Até poderemos observar o automóvel como uma "extensão" das nossas pernas que utilizamos para nos deslocarmos não apenas para o trabalho, mas também nas actividades de lazer.

E o computador serve para quê? No contexto doméstico já substitui os velhos álbuns de fotografias, a web tem imensos sites para explorar e ebooks mais para ler mais atractivos que os de papel. Se precisar de encontrar uma loja onde reparar os aparelhos ou precisar do manual de instruções sabe que os encontra na Internet.

E o ambiente? Até que ponto é que o efeito de estufa, a degradação dos solos, a contaminação das águas ou a desertificação estão directamente ligados com a utilização dos electrodomésticos?
Preocupa-nos a escolha de electrodomésticos que durem e que gastem pouca energia e água?
Ou só pensamos no preço dos electrodomésticos?
Conhece a Etiqueta de Eficiência Energética?







Trabalhos de outras escolas:



Recursos


1. Observe que a utilização dos electrodomésticos depende das suas funções técnicas, mas a selecção destes é largamente determinada por motivos culturais.

2. Note ainda que:
A) a evolução técnica dos equipamentos acaba por facilitar determinadas mudanças culturais, podendo designadamente observar-se uma utilização mais igualitária entre os géneros;
B) a necessidade de adequação dos aparelhos ao público feminino traduz-se na simplificação dos aparelhos (y.g. o forno microondas p. 4) Backup

3. Tomando como referência um determinado electrodoméstico, construa uma lista de dicas simples que indiquem como se realizam as operações mais frequentes.

4. Considerando as características técnicas dos equipamentos, o seu preço, os custos ambientais, etc. escolher um determinado electrodoméstico entre outros da mesma gama disponíveis no mercado. Justificar a resposta.

5. Reflicta sobre a importância que os custos ambientais têm (deveriam ter) na escolha dos equipamentos domésticos, bem como no nosso comportamento quotidiano durante a sua utilização.

6. O tipo de electrodomésticos que pode encontrar na Internet ainda é relativamente limitado. Além disso as transacções online obrigam a ter em consideração outros factores de perigo. Backup Comente.

7. Dicas de Segurança da EDP: "Ao utilizar uma extensão, ligue-a primeiro ao aparelho e só depois à tomada. Para desligar, proceda inversamente".
Refira algumas regras de segurança menos conhecidas.

Wiki do G11
http://g11efa.wikispaces.com/




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sábado, 7 de novembro de 2009

Saúde - Decisões racionais e sua interacção com elementos éticos e/ou políticos

O objectivo deste post é o reconhecimento de diversas componentes científicas e técnicas na tomada de decisões racionais no campo da saúde, na sua interacção com elementos éticos e/ou políticos.

O debate ético e/ou político constitui um dos temas da actualidade. Os avanços rápidos na área da medicina e das tecnologias aplicadas à saúde levou recentemente até a alterar o texto do juramento de Hipócrates, que se manteve nos termos clássicos 2500 anos!

As novas possibilidades oferecidas pela medicina são naturalmente objecto de discussão pública e entre os próprios médicos que actualizaram recentemente o seu Código Deontológico. Backup

Eutanásia
Não existe consenso sobre o momento da morte nem uma explicação científica para a morte, mas há muitos que se pronunciam abertamente contra a eutanásia como se a sua instituição pudesse vir a tornar-se uma nova catástrofe Backup para a Humanidade.

Outros fundamentam os limites éticos da eutanásia nas concepções religiosas.

Aborto
Criar “crimes sem vítimas” Backup é uma forma inaceitável de forçar os outros a viver em conformidade com certos padrões morais, aceites apenas por um segmento da população. Por isso, mesmo que consideremos o aborto imoral, devemos apoiar a sua discriminalização. (John Stuart Mill)

Note-se que o mesmo argumento é válido para a discriminalização de outras práticas onde apenas intervém os interessados, como a homossexualidade, eutanásia voluntária, consumo de drogas ou prostituição.

Entretanto há três casos onde a prática do aborto é consensual: aborto eugénico, terapêutico ou em caso de violação da mulher.
Concepções como o argumento da humanidade do feto ou a abordagem utilitarista também devem ser conhecidas.

Clonagem
A clonagem é a reprodução assexuada de um indivíduo. Das manobras de clonagem resulta um organismo que se intitula clone. Este clone tem composição genética igual à do organismo que lhe deu origem e, portanto, características físicas (aspecto exterior, fenótipo) muito semelhantes às daquele organismo. O clone é tão semelhante ao organismo do qual teve origem como dois gémeos univitelinos o são entre si. Um clone é pois um “gémeo” de outro indivíduo que tem porém mais 20, 30 ou mais anos do que o seu “gémeo”.
Fonte: Federação Portuguesa pela Vida.


Fonte: Instituto de Filosofia da Linguagem, Universidade Nova de Lisboa. Backup

Transplantes
Numa primeira fase apenas foram dadores de órgãos os indivíduos que expressamente o declarassem. Para aumentar a oferta órgãos inverteu-se a regra. Hoje são potenciais dadores todos os indivíduos, excepto os tenham declarado opor-se à colheita.

Fonte: Scielo. Backup



1. Indique os novos desenvolvimentos científicos que levaram os médicos a rever o seu Código Deontológico.

2. Refira três casos particulares onde o Código Deontológico aponte aos médicos os princípios genéricos da humanidade esperados por qualquer doente.

3. Conjugue os dois textos sobre a eutanásia:
a) explicando porque é que a generalidade das pessoas é contra esta prática;
b) explicitando uma situação específica onde para si a eutanásia fosse uma solução misericordiosa.

4. O início da vida não está cientificamente determinado. Apesar da polémica já se chegou a alguns consensos sobre o aborto. Equacione em medida estes consensos resultam (1) das concepções da ética médica, (2) da argumentação veiculada pelos líderes de opinião nos media, (3) da importância da igreja católica na nossa cultura e (4) da realidade quotidiana com que se confrontam muitas mulheres.

5. Considere os prós e contras da clonagem. Justifique a oposição unânime da comunidade científica e da sociedade em geral à clonagem.

6. Justifique os compromissos entre os princípios éticos e as necessidades impostas pelo quotidiano, referindo-se aos transplantes.

7. Enfatize algum aspecto que mostre que apesar de os transplantes já serem uma técnica relativamente antiga, muitos aspectos permanecem por estudar.



Núcleo Gerador: Saúde
Dimensões das Competências: Sociedade, Tecnologia e Ciência
Domínios de Referência: DR 3 – Medicina, Tecnologia e Ética
Elementos de Complexidade: Tipo I, II e III

quinta-feira, 22 de outubro de 2009

A célula

Download do ficheiro (Arquivo)

sexta-feira, 9 de outubro de 2009

Avaliação - G4

Neste post irá sendo actualizada uma imagem com indicação das tarefas terminadas, a corrigir, ou simplesmente por iniciar.




Bom trabalho!

quinta-feira, 1 de outubro de 2009

Promove comportamentos saudáveis e medidas de segurança e prevenção de riscos, em contexto profissional

1. Compare o código do trabalho de 2003 Backup com o recente código do trabalho de 2009 Backup explicitando com que versão se sente mais protegido no âmbito dos acidentes e das doenças profissionais.

2. Explicite o conceito de “doença profissional” recorrendo ao site da Segurança Social.

3. Explorando o link anterior - Lista das Doenças Profissionais - e as Estatísticas dos Acidentes de Trabalho Backup



Justifique a preferência da generalidade da população por empregos no sector dos serviços.

4. Interprete as condições dos contratos de trabalho (por exemplo, salariais, de acidentes de trabalho, de rescisão, etc.) relacionando-as com as ocupações profissionais e os vínculos contratuais dos trabalhadores.

5. (*) Explore as diferenças existentes nos sistemas de protecção social (público e privado) relativamente aos modos de accionamento e actuação em situações de doença profissional nas várias categorias socioprofissionais e aprofunde o conhecimento das melhores opções para uma assistência mais adequada.

6. Leia o Manual de Higiene e Segurança no Trabalho Backup referindo-se aos aspectos com maior interesse para a sua actividade. (Caso não tenha emprega imagine uma actividade profissional).

7. Refira-se ao interesse de alguns símbolos e sinais relacionados com prevenção e segurança no trabalho (de perigo, de proibição, de obrigação, de emergência, químicos, mecânicos, radiações, biológicos, eléctricos).

8. Refira-se à importância das regras de segurança no trabalho, em particular, interpretando a informação relativa a procedimentos de intervenção em situações de emergência e de manipulação de materiais perigosos.



Núcleo Gerador: Saúde
Dimensões das Competências: Sociedade e Tecnologia
Domínios de Referência: DR 2 – Doenças profisionais
Elementos de Complexidade: Tipo I, II e III

terça-feira, 15 de setembro de 2009

Adopta cuidados básicos de saúde em função de diferentes necessidades, situações e contextos de vida

Conhecer as causas de morte é importante para hierarquizar os cuidados básicos.

http://www.ine.pt/xportal/xmain?xpid=INE&xpgid=ine_indicadores&indOcorrCod=0001675&selTab=tab2

Será a obesidade a nova epidemia do século XXI?

http://www.adexo.pt/pdf/estudo_obesidade.pps



Consulte:



Tenha em consideração as linhas gerais da política proposta pelo Governo nesta área.



1. Reflicta sobre os seus comportamentos ao longo da vida tomado como referência o PowerPoint acima.

2. Esboce uma campanha de propaganda destinada a incutir determinados hábitos saudáveis junto de um público-alvo previamente definido.




Núcleo Gerador: Saúde
Dimensões das Competências: Sociedade e Tecnologia
Domínios de Referência: DR 1 – Cuidados Básicos
Elementos de Complexidade: Tipo I, II e III

domingo, 13 de setembro de 2009

Reconhece diferentes formas de mobilidade territorial (do local ao global), bem como a sua evolução.

Desde os século XII que os portugueses se começaram a espalhar pelo mundo. Primeiro fizeram-no pela Europa (Flandres, Inglaterra, França). A partir do século XV espalharam-se por África, para depois pela América, a seguir pela Ásia e a Oceania. Em todo o lado fundaram milhares de cidades, criaram vários países ou estiveram na origem da sua independência, ajudando-nos com a sua criatividade e trabalho a desenvolverem-se.

A maioria destes portugueses acabou por adoptar a nacionalidade dos países que escolheram para viver, apenas uma minoria regressou a Portugal. O que subsiste da suas presença em muitos lugares, são certos traços fisionómicos, nomes de famílias portuguesas e costumes cujo sentido há muito se perdeu no tempo. Apesar de tudo é espantoso que nos sítios mais distantes da terra, milhões de pessoas continuem a manter uma relação muito viva com a pátria dos seus antepassados.
http://imigrantes.no.sapo.pt/page6Cont.html


Um país tradicionalmente de emigração transformou-se num país de imigração: eis uma das mais dramáticas mudanças ocorridas em Portugal nas últimas décadas.


http://www.ics.ul.pt/publicacoes/workingpapers/wp2002/WP6-2002.pdf

As nacionalidades estrangeiras mais representativas em Portugal são o Brasil,
Ucrânia, Cabo Verde, Angola, Roménia, Guiné-Bissau e Moldávia, as quais,
no seu conjunto, representam cerca de 71% da população estrangeira com
permanência regular em território nacional.

Relatório Estatístico Anual [2008] - SEF

Relaciona a inversão do sentido da migração com o desenvolvimento do país.



Núcleo Gerador: Urbanismo e Mobilidade
Dimensões das Competências: Sociedade e Tecnologia
Domínios de Referência: DR 4 – Mobilidades Locais e Globais
Elementos de Complexidade: Tipo I, II e III

sexta-feira, 11 de setembro de 2009

Gripe A


O que é o vírus da Gripe A (H1N1)?
É um novo vírus que afecta os seres humanos. Nas zonas afectadas a doença tem apresentado um quadro clínico ligeiro.

Como se transmite a Gripe A (H1N1)?
O vírus é transmitido pelo ar, de pessoa para pessoa, através de gotículas de saliva, sobretudo através da tosse e dos espirros, mas também por contacto das mãos com objectos e/ou superfícies contaminados.

Quais os sintomas/sinais da Gripe A (H1N1)?
Os sintomas são febre, tosse, dores de garganta, dores no corpo ou musculares, dores de cabeça, arrepios, fadiga e, nalguns casos, vómitos e diarreia.

Qual o período em que uma pessoa infectada pode contagiar outras?
Os doentes podem infectar outras pessoas por um período até 7 dias.

Existe alguma vacina contra o vírus da Gripe A (H1N1)?
De momento, não existe vacina que proteja os humanos do novo vírus da Gripe A (H1N1).

A vacina da gripe sazonal de 2008/2009 protege contra a Gripe A (H1N1)?
Ainda não existe informação sobre esta questão.

A infecção pelo novo vírus da Gripe A (H1N1) pode ser tratada?
Existe um conjunto de medicamentos que pode tratar a doença.

Qual é a situação na Europa?
A situação na Europa está em constante evolução. Para informações actualizadas, consulte o microsite da gripe em www.dgs.pt.

CUIDADOS A TER
  • Evitar o contacto próximo com pessoas que apresentem sintomas de gripe: febre, tosse, dores de garganta, dores no corpo ou musculares, dores de cabeça, arrepios e fadiga;
  • Cobrir a boca e nariz quando espirrar ou tossir, usando um lenço de papel. Nunca as mãos;
  • Utilizar lenços de papel uma única vez, colocando-os no lixo;
  • Lavar frequentemente as mãos, com água e sabão, para reduzir a probabilidade de transmissão da infecção;
  • Evitar tocar nos olhos, nariz e boca sem ter lavado as mãos;
  • Limpar superfícies sujeitas a contacto manual muito frequente (como, por exemplo, as maçanetas das portas, corrimãos, telefones, computadores) com um produto de limpeza comum;
  • O cumprimento destas indicações é igualmente adequado no que respeita a crianças.
    Fonte: Folheto do Ministério da Saúde.





Links



Ocorreram 3 importantes pandemias de gripe no século XX: a "espanhola" (1918-1919), a "asiática" (1957-1958) e a "de Hong-Kong" (1968-1969).
(...)
Pensa-se que a maioria das pandemias de gripe tem tido origem na China, que é por alguns considerada o epicentro da gripe.
Com efeito, a agricultura tradicional praticada na China faz com que as aves, os suínos e os seres humanos estejam em contacto próximo. Esta situação propicia um "laboratório" natural para novas recombinações de vírus da gripe.
Fonte: ROCHE

Gripe A - Teorias da Conspiração
Lei de Say: A oferta cria a sua própria procura.
Neste caso, para vender o medicamento será necessário criar os doentes, promovendo o medo e o pânico relativamente a um vírus que nem tem provocado mortes, comparativamente a outros factores de mortalidade.


1. Verifique como a origem das pandemias de gripe estão associadas ao processo produtivo.

2. Observe que a designação "Gripe A" foi inventada para proteger interesses económicos.

quarta-feira, 9 de setembro de 2009

Diferentes papéis das instituições que trabalham no âmbito da administração, segurança e território

MAI

Missão e Atribuições

O Ministério da Administração Interna, abreviadamente designado por MAI, é o departamento governamental que tem por missão a formulação, coordenação, execução e avaliação das políticas de segurança interna, de administração eleitoral, de protecção e socorro e de segurança rodoviária, bem como assegurar a representação desconcentrada do Governo no território nacional.

Na prossecução da sua missão, são atribuições do MAI:

a) Manter a ordem e a tranquilidade públicas;
b) Assegurar a protecção da liberdade e da segurança das pessoas e dos seus bens;
c) Prevenir e reprimir a criminalidade;
d) Controlar a circulação de pessoas nas fronteiras, a entrada, permanência e residência, saída e afastamento de estrangeiros do território nacional, no quadro da política de gestão da imigração, e apreciar e decidir a concessão do estatuto de igualdade e de refugiado;
e) Controlar as actividades de importação, fabrico, comercialização, licenciamento, detenção e uso de armas, munições e explosivos, sem prejuízo das atribuições próprias do Ministério da Defesa Nacional;
f) Regular, fiscalizar e controlar a actividade privada de segurança;
g) Organizar, executar e apoiar tecnicamente o recenseamento e os processos eleitorais e referendários;
h) Prevenir catástrofes e acidentes graves e prestar protecção e socorro às populações sinistradas;
i) Promover a segurança rodoviária e assegurar o controlo do tráfego;
j) Assegurar a representação desconcentrada do Governo no território nacional;
l) Adoptar as medidas normativas adequadas à prossecução das políticas de segurança interna definidas pela Assembleia da República e pelo Governo, bem como estudar, elaborar e acompanhar a execução das medidas normativas integradas na área da administração interna;
m) Assegurar a manutenção de relações no domínio da política de administração interna com a União Europeia, outros governos e organizações internacionais, no âmbito dos objectivos fixados para a política externa portuguesa e sem prejuízo das atribuições próprias do Ministério dos Negócios Estrangeiros.
O MAI prossegue as suas atribuições através dos governos civis, das forças e dos serviços de segurança e de outros serviços de administração directa.

http://www.mai.gov.pt/missao.asp


SEF

São atribuições do SEF:

No plano interno:

Vigiar e fiscalizar nos postos de fronteira, incluindo a zona internacional dos portos e aeroportos, a circulação de pessoas, podendo impedir o desembarque de passageiros e tripulantes de embarcações e aeronaves, indocumentados ou em situação irregular;
Impedir o desembarque de passageiros e tripulantes de embarcações e aeronaves que provenham de portos ou aeroportos de risco sob o aspecto sanitário, sem prévio assentimento das competentes autoridades sanitárias;
Proceder ao controlo da circulação de pessoas nos postos de fronteira, impedindo a entrada ou saída do território nacional de pessoas que não satisfaçam os requisitos legais exigíveis para o efeito;
Autorizar e verificar a entrada de pessoas a bordo de embarcações e aeronaves;
Controlar e fiscalizar a permanência e actividades dos estrangeiros em todo o território nacional;
Assegurar a realização de controlos móveis e de operações conjuntas com serviços ou forças de segurança congéneres, nacionais e espanholas;
Proceder à investigação dos crimes de auxílio à imigração ilegal, bem como investigar outros com ele conexos, sem prejuízo da competência de outras entidades;
Emitir parecer relativamente a pedidos de vistos consulares;
Conceder em território nacional vistos, prorrogações de permanência, autorizações de residência, bem como documentos de viagem nos termos da lei;
Reconhecer o direito ao reagrupamento familiar;
Manter a necessária colaboração com as entidades às quais compete a fiscalização do cumprimento da lei reguladora do trabalho de estrangeiros;
Instaurar, instruir e decidir os processos de expulsão administrativa de estrangeiros do território nacional e dar execução às decisões de expulsão administrativas e judiciais, bem como accionar, instruir e decidir os processos de readmissão e assegurar a sua execução;
Efectuar escoltas de cidadãos objecto de medidas de afastamento;
Decidir sobre a aceitação da análise dos pedidos de asilo e proceder à instrução dos processos de concessão, de determinação do Estado responsável pela análise dos respectivos pedidos e da transferência dos candidatos entre os Estados membros da União Europeia;
Analisar e dar parecer sobre os processos de concessão de nacionalidade portuguesa por naturalização;
Analisar e dar parecer sobre os pedidos de concessão de estatutos de igualdade formulados pelos cidadãos estrangeiros abrangidos por convenções internacionais;
Assegurar a gestão e a comunicação de dados relativos à Parte Nacional do Sistema de Informação Schengen (NSIS) e de outros sistemas de informação comuns aos Estados membros da União Europeia no âmbito do controlo da circulação de pessoas, bem como os relativos à base de dados de emissão dos passaportes (BADEP);
Cooperar com as representações diplomáticas e consulares de outros Estados, devidamente acreditadas em Portugal, nomeadamente no repatriamento dos seus nacionais;
Assegurar o cumprimento das atribuições previstas na legislação sobre a entrada, permanência, saída e afastamento de estrangeiros do território nacional;
Assegurar as relações de cooperação com todos os órgãos e serviços do Estado, nomeadamente com os demais serviços e forças de segurança, bem como com organizações não governamentais legalmente reconhecidas;
Coordenar a cooperação entre as forças e serviços de segurança nacionais e de outros países em matéria de circulação de pessoas, do controlo de estrangeiros e da investigação dos crimes de auxílio à imigração ilegal e outros com eles conexos.

No plano internacional:

Assegurar, por determinação do Governo, a representação do Estado Português a nível da União Europeia no Comité Estratégico Imigração, Fronteiras e Asilo e no Grupo de Alto Nível de Asilo Migração, no Grupo de Budapeste e noutras organizações internacionais, bem como participar nos grupos de trabalho de cooperação policial que versem matérias relacionadas com as atribuições do SEF;
Garantir, por determinação do Governo, a representação do Estado Português, no desenvolvimento do Acervo de Schengen no âmbito da União Europeia;
Assegurar, através de oficiais de ligação, os compromissos assumidos no âmbito da cooperação internacional nos termos legalmente previstos;
Colaborar com os serviços similares estrangeiros, podendo estabelecer formas de cooperação.

http://www.sef.pt/portal/v10/PT/aspx/organizacao/index.aspx?id_linha=4166&menu_position=4131#0

O Cartão do Cidadão

O novo Cartão do Cidadão agrupa num só suporte físico os actuais bilhetes de identidade, cartões de contribuinte, de utente do serviço nacional de saúde, de beneficiário da segurança social e de eleitor. O pretexto é a simplificação, mas sem qualquer garantia tecnológica de separação dos dados, está a promover-se a sua centralização, violando na prática o ponto 5. do artº 35º da Constituição da República Portuguesa que estipula expressamente que "é proibida a atribuição de um número nacional único aos cidadãos", precisamente para evitar a possibilidade de cruzamento de dados.

DPP

Atribuições

O Departamento de Prospectiva e Planeamento e Relações Internacionais (DPP) é o gabinete de planeamento, estratégia, avaliação e relações internacionais do Ministério do Ambiente, do Ordenamento do Território e do Desenvolvimento Regional (MAOTDR) e tem por missão garantir o apoio técnico à formulação de políticas, ao planeamento estratégico e operacional, bem como apoiar a concertação interministerial das políticas transversais de ambiente ao nível comunitário e internacional, dinamizar e concertar a participação activa dos vários organismos do MAOTDR nas instâncias internacionais, e fomentar e coordenar as acções de cooperação. Atribuições:

a) Preparar cenários e trajectórias relativos à estratégia de desenvolvimento regional, integrando políticas sectoriais e espaciais, e acompanhar o desenvolvimento económico, territorial e ambiental de Portugal sob a óptica integradora do desenvolvimento sustentável;

b) Elaborar estudos e análises prospectivas sobre os factores de desenvolvimento, prosperidade e inovação de regiões, metrópoles e cidades em Portugal e no estrangeiro;

c) Consolidar e desenvolver competências nas áreas das metodologias de prospectiva e cenarização, bem como em outras áreas de análise económica e social;

d) Organizar acções de formação nas áreas da sua competência;

e) Participar no processo de definição do enquadramento e da estratégia da política de investimento público, e integrar o planeamento de investimentos associado a programas sectoriais e verticais que os concretizem;

f) Proceder ao acompanhamento sistemático das prioridades estratégicas do MAOTDR;

g) Assegurar o desenvolvimento dos sistemas de avaliação dos serviços no âmbito do MAOTDR,coordenar e controlar a sua aplicação.O DPP prossegue ainda, através do Gabinete de Relações Internacionais (GRI) as seguintes atribuições:

e) Apoiar directamente a tutela, no âmbito das suas atribuições e competências, na definição e execução de políticas com a União Europeia, outros governos e organizações internacionais;

f) Coordenar, apoiar e desenvolver as actividades do MAOTDR que se estabeleçam com Estados e Organizações Internacionais, designadamente no quadro da UE, da ONU e da OCDE;

g) Assegurar a coordenação e apoio técnico nas actividades de cooperação para o desenvolvimento, designadamente com os países de língua oficial portuguesa;

h) Assegurar, coordenar e preparar o apoio técnico -jurídico e negocial nas actividades desenvolvidas pelos órgãos da União Europeia e das outras organizações internacionais, bem como o apoio jurídico necessário à instrução e gestão dos processos de pré-contencioso e contencioso comunitário, e apoiar a transposição e aplicação da legislação comunitária no direito interno;

i) Desencadear os mecanismos de assinatura e ratificação das convenções e acordos internacionais do MAOTDR, assegurando daí o cumprimento de todas as obrigações financeiras daí decorrentes.
http://www.dpp.pt/pages/dpp/atribuicoes.php?cmr=1&cm=1

1. Verifique que o MAI, o SEF e o DPP desempenham papéis diferentes no âmbito da administração, segurança e território. Comente a especialização das suas tarefas? Justifique.

2. Indique outras instituições com competências na administração, segurança e território e refira-as sumariamente.

3. Discuta como a tecnologia apresenta a vantagem de permitir (1) um controlo mais eficiente, mas... simultaneamente pode (2) criar problemas de privacidade.




Núcleo Gerador: Urbanismo e Mobilidade
Dimensões das Competências: Sociedade e Tecnologia
Domínios de Referência: DR 3 – Administração, Segurança e Território
Elementos de Complexidade: Tipo I, II e III

terça-feira, 1 de setembro de 2009

Referencial de Formação STC_1


Equipamentos – princípios de funcionamento



Resultados de Aprendizagem

  • Opera com equipamentos e sistemas técnicos em contextos domésticos, identificando e compreendendo as suas normas de boa utilização e os seus diferentes utilizadores.
  • Opera com equipamentos e sistemas técnicos em contextos profissionais, identificando e compreendendo as suas normas de boa utilização e seus impactos nas organizações.
  • Interage com instituições, em situações diversificadas, discutindo e solucionando questões de teor técnico para a reparação ou melhor utilização de equipamentos e sistemas técnicos.
  • Compreende e apropria-se das transformações nos equipamentos e sistemas técnicos.


Conteúdos

Processos socio-históricos de apropriação dos equipamentos e sistemas técnicos
Conceitos-chave: género, divisão social do trabalho, competitividade, poder, sociedade industrial, estrutura sociocultural.
  • Desigualdades de género na divisão social do trabalho e, em particular, das tarefas domésticas
  • (Re)estruturação das organizações em função das competências e qualificações necessárias para a sua modernização e competitividade
  • Relações de poder e instâncias mediadoras na introdução e uso dos equipamentos e sistemas técnicos (assistência, fiscalização, consultoria, etc.)
  • Emergência e metamorfoses das sociedades industriais, através da interacção (dialéctica) entre estruturas socioculturais e desenvolvimento tecnológico



Dimensões científicas da aquisição, utilização e gestão dos equipamentos e sistemas técnicos
Conceitos-chave: sistema, matéria, energia, eficiência, (des)equilíbrio sistémico, evolução tecnológica.
  • Princípios físicos e químicos elementares, segundo os quais operam os sistemas fundamentais (mecânicos, eléctricos e químicos) para o funcionamento dos equipamentos
  • Diferentes fases que constituem o ciclo de vida dos equipamentos
  • Modos de quantificar os equipamentos, enquanto elementos consumidores de matéria e de energia;
  • Distintas alternativas tecnológicas, numa perspectiva comparativa, em função da eficiência com vista à satisfação das (diferentes) necessidades do utilizador
  • Desequilíbrios no funcionamento dos equipamentos e formas de comunicá-los com eficiência aos agentes competentes (reparação, deposição, etc.)
  • Fases, agentes e dinâmicas da evolução histórica dos equipamentos, no sentido de um processo contínuo e gradual de aproximação ao homem e à satisfação das suas necessidades



Aspectos do raciocínio matemático fundamentais para a utilização e gestão de equipamentos e sistemas técnicos
Conceitos-chave: lógica, experimentação empírica, sucessão, variável, probabilidade, desempenho, fiabilidade.
  • Critérios de lógica na concepção dos equipamentos, distinguindo-se processos racionalizáveis e processos de experimentação empírica
  • Procedimentos básicos de estatística na gestão do equipamento, compreendendo o período de vida útil de um equipamento como uma sucessão de utilizações discretas
  • Formas de medição do desempenho de um equipamento ao longo de um certo período de tempo, relacionando-o com factores intrínsecos e extrínsecos
  • Modos de tradução da fiabilidade de um equipamento (e de um sistema que inclua diversos equipamentos) em termos probabilísticos


Áreas do Saber: Física, Química, Sociologia, Economia, História, Matemática.